
Robyn Rihanna Fenty mais conhecida como Rihanna (Saint Michael, 20 de Fevereiro de 1988) é uma cantora de Barbados,[2] de ascendência barbadiana, guianense, irlandesa.[3][4] Já vendeu mais de doze milhões de álbuns de estúdio, sete milhões de um único álbum de vídeo e conseguiu colocar cinco singles ("SOS, "Umbrella", "Take a Bow", "Disturbia" e "Live Your Life") na primeira posição da tabela musical americana Billboard Hot 100, que avalia as cem músicas mais vendidas.[5][6][7][8]
Assinou contracto com a editora Def Jam Recordings,[2] após uma audição, que assimilou o interesse do produtor Evan Rogers e do vice-presidente na altura da editora, Jay-Z, na cantora.[9]
Vencedora de um Grammy,[10] dois VMA,[11] dois EMA,[12][13] três AMA,[14][15] três BMA,[16] três NRJ Music Awards,[17][18][19] três TCA,[20][21] e dois WMA, entre outros prémios. É também uma das cantoras que mais alcançou a primeira posição nas tabelas da Billboard na década de 2000, até ao momento.[7] Em 2007, ganhou prémios na categoria R&B.[22]
Para além de cantora, é modelo e designer de moda, tendo feito a sua própria marca de guarda-chuvas, após o lançamento do single "Umbrella".[23] Foi ainda nomeada embaixadora da Cultura e da Juventude de Barbados.[24]
Também tem sido convidada para desempenhar personagens no cinema, nomeadamente em Mama Black Widow,[25] embora ainda não esteja confirmado a data de realização do filme.[26] Também foi indicada para o remake do filme The Last Dragon, protagonizado por Samuel L. Jackson.[27]
Biografia
1988 — 2004: Nascimento e início da carreira
Rihanna nasceu na ilha caribenha de Barbados, em Saint Michael, no dia 20 de Fevereiro de 1988, filha de Mónica Fenty, de ascendência guianense, e de Ronald Fenty, de ascendência barbadiana e irlandesa.[4][28][29][30] Tem ainda dois irmãos mais novos, Rorrey e Rajad.[31] Os seus pais divorciaram-se quanto tinha catorze anos de idade. [31] Começou a cantar aos nove anos no ensino primário, escola Charles F. Broome Memorial School, formou o seu primeiro grupo musical com mais duas colegas de classe.[31][32]
Com quinze anos, a cantora foi apresentada por um amigo ao produtor musical Evan Rogers, que estava de férias em Barbados.[33] Juntamente com o seu sócio, Carl Sturken, produziram juntos cantores como Christina Aguilera, Laura Pausini e Kelly Clarkson.[33] marcaram uma audição, na qual a cantora cantou a canção da banda Destiny's Child, "Emotion".[31] Um ano mais tarde o grupo de produtores Evan Rogers e Carl Sturken, ajudou-a na gravação de músicas nos Estados Unidos da América, na cidade de Nova Iorque.[2] Rihanna, Evan e Carl acabaram por criar quase doze músicas, sendo que quatro delas eram demos, uma nova versão da balada "Last Time" de Whitney Houston, e ainda o que se iria vir a tornar o single de estreia da carreira de Rihanna "Pon de Replay".[31][34] Tirando a inspiração do dancehall e reggae’, que estão presentes fortemente na cultura musical de Barbados, fundiram este com o R&B.
Em 2004, no colégio da Combermere School ganhou um concurso de beleza onde foi nomeada "Miss Combermere", tendo feito uma actuação no Colours of Combermere School Show, interpretando a música da cantora Mariah Carey "Hero".[35] Foi enviada depois da audição feita por Rihanna, uma cópia do seu trabalho para Jay-Z, na altura vice-presidente da Def Jam Recordings, que quis imediatamente assinar contrato com a cantora.[2][9][36]
Devido ao desempenho na actuação, que levou à assinatura do contracto com a sua editora, lançou seu primeiro álbum, Music of The Sun, iniciando assim a sua carreira como cantora.[2][37][38]
2005: Music of the Sun
Ver artigo principal: Music of the Sun
Em 2005, passado três meses da assinatura contractual, foi lançado o primeiro álbum, intitulado Music of the Sun, expondo a sua mistura de reggae, dancehall e R&B, escrito por Evan Rogers e pela própria.[39][40] Influenciada por cantoras como Beyoncé Knowles, Mariah Carey, Madonna, Ciara, Melanie Brown, Alicia Keys e Whitney Houston, Rihanna escreveu metade das canções do álbum, destacando singles como "Pon De Replay", além de "There's A Thug In My Life", "Let Me", "That La, La, La" e "If It's Lovin' That You Want".[40] Com quase 500.000 cópias vendidas apenas nos Estados Unidos,[41] chegando a quase dois milhões de unidades vendidas no mundo inteiro,[42] o álbum também garantiu o Top 10 em países como Canadá e Estados Unidos.[43] O álbum vendeu aproximadamente mais de 1.505.000 de cópias mundiais e foi certificado pela RIAA como álbum de ouro.[44] Para promover seu álbum de estreia, fez a abertura de um dos concertos da cantora Gwen Stefani, e actuou em vários programas dos Estados Unidos.[45]
Com canções do álbum, como "Pon de Replay", iniciou positivamente a sua carreira, lançando assim o videoclipe do seu primeiro single mundial, que mais tarde viria a ser destacado[46] com certificação de ouro e platina[44] e considerado o "Hino de Verão 2005".[39][47] Mais tarde lançou o segundo single e videoclipe do álbum de estréia, "If It's Lovin' That You Want".[48] O álbum e respectivos singles receberam críticas positivas.[49][50]
2006: A Girl Like Me
Ver artigo principal: A Girl Like Me (álbum de Rihanna)
Rihanna ao vivo, durante uma actuação para promover o seu álbum.
Um mês depois do lançamento do álbum de estreia, começou a trabalhar no segundo.[51] Os produtores Evan Rogers e Carl Sturken, que trabalharam grande parte do primeiro álbum, produziram o segundo com a ajuda de outros produtores como Stargate, J. R. Rotem e o cantor e compositor Ne-Yo.[52] Como reconhecimento mundial, o segundo álbum teve como patrocinador a Nike e a J.C. Penney, promovendo os videoclipes e singles provenientes de A Girl Like Me.[53]
O primeiro e principal single do álbum, SOS foi a sua primeira canção a ficar em primeiro lugar na tabela musical dos EUA, a Billboard Hot 100.[54][55] Este single contém amostras da canção "Tainted Love" da banda Soft Cell[56] e teve duas versões de videoclipe, tais como uma versão produzida pela Nike, para divulgar o mesmo, e o videoclipe oficial, lançado posteriormente.[57]
O segundo single do álbum foi "Unfaithful", escrito pelo artista Ne-Yo, que ajudou-a a produzir a canção. A música repetiu a trajectória de SOS, sendo primeiro lugar em países como Portugal e Canadá.[58] O terceiro single foi "We Ride", que entrou em algumas tabelas, tendo como melhor posição a quarta.[59][60] O quarto single foi "Break It Off" canção com a participação de Sean Paul, que mesmo sem videoclipe foi top 10 em vários países, na Billboard inclusive.[61][62]
O álbum atingiu a posição cinco na Billboard 200,[63] vendeu 115,000 cópias na primeira semana e foi certificado com platina, depois de ter vendido um milhão de cópias.[44][64] No total, vendeu mais de 3.700.000 de cópias pelo mundo.[65] Internacionalmente, atigiu a primeira posição no "Top Canadian Albums" da Billboard e o número cinco na tabela do Reino Unido.[63]
Recebeu críticas positivas do AllMusic, da revista Rolling Stone e do Terra Canal Pop, no Brasil.[56][66][67] Classificando o álbum como essencialmente R&B, mistura de elementos caribenhos, guitarra elétrica, piano e batidas hipnóticas, resultando em estilos como Dancehall, reggae e acústico.[56]
Depois do lançamento do álbum e respectiva promoção, embarcou na digressão Rock Tha Block Tour e de seguida acompanhou as Pussycat Dolls na digressão mundial PCD World Tour ambas em 2006.[68] Rihanna actuou na digressão das Pussycat Dolls no Reino Unido desde Outubro de 2006 até Fevereiro de 2007.[68]
Também gravou uma canção promocional com a actriz Julie Roberts, "Just be Happy", depois de um acordo com a empresa Clinique[69] e ainda gravou uma canção intitulada "Winning Women" com a cantora Nicole Scherzinger para publicitar o desodorizante feminino da Procter & Gamble.[70]
2007 — 2009: Good Girl Gone Bad
Ver artigo principal: Good Girl Gone Bad
Rihanna na digressão Glow in the Dark Tour, em 2008, durante uma das suas aberturas.
No início de 2007, Rihanna juntamente com Ne-Yo, Stargate e Timbaland, entrou em estúdio para gravar o terceiro álbum, Good Girl Gone Bad.[71] A maioria das faixas foram gravadas em Los Angeles, na California, paralelamente às sessões de gravação de faixas bónus para a edição especial do segundo álbum, com lançamento feito em 2007.[72] A cantora inspirou-se em Afrodisiac, álbum da cantora Brandy Norwood de 2004.
"Esse álbum, gosto de ouvir todos os dias, todas as noites. Quando eu estava no estúdio, foi o álbum que ouvi a toda a hora e realmente estou admirada, porque que cada canção era uma grande canção. Você pode ouvir o álbum inteiro. E eu pensei que tinha de fazer um álbum como aquele.
— Rihanna, numa entrevista sobre o novo álbum a uma rádio, 2007.
[31]
Durante uma entrevista para a estação de rádio do Reino Unido, Capital FM, a cantora explicou o significado por detrás do título escolhido para o álbum:
"Bad" não é estar frágil. "Bad" tem o seu próprio prazo para cada pessoa e no meu caso, isso só significa que eu tenha ficado um pouco rebelde no álbum, quebrando a minha antiga postura, estou correndo riscos … como Michael Jackson em "Bad", uma espécie de curso.
— Rihanna em entrevista à Capital FM, 2007.
[73]
Foi lançado a 5 de Junho de 2007[74] e na primeira semana vendeu mais de 968.000 cópias em todo o mundo.[75] No total vendeu mais de 8.920.000 cópias no mundo inteiro.[76][77][78] O álbum contém doze faixas, sendo que oito delas foram lançadas como single.[74]
O primeiro single foi "Umbrella", com participação de Jay-Z. Esta canção, foi considerado o grande êxito da cantora de Barbados, hit e o "Hino de Verão de 2007".[79] Tendo ganho vários prémios internacionais devido a esta canção, "Umbrella" manteve-se nos tops mundiais durante muitas semanas. A canção ficou dez semanas consecutivas na primeira posição nas tabelas do Reino Unido[80] e sete semanas na primeira posição da Billboard Hot 100, e várias outras semanas também em todo o mundo, incluindo o Brasil.[81] No Reino Unido, Rihanna é responsável por dez semanas consecutivas na primeira posição dos tops ingleses, sendo a mulher mais jovem que se manteve por mais tempo na primeira posição neste país.[82][83] Foi considerada ainda uma das melhores canções do ano por cerimónias de entrega de prémios, como a MTV Video Music Awards,[11] também por revistas, como a Rolling Stone,[84] sendo ainda considerado o single mais vendido do ano 2007 e a maior subida na tabela musical do país norte-americano.[85]
O segundo single do álbum foi "Shut Up and Drive", que traz um ritmo rock/pop e também possui samples do single de 1999 de Orgy, "Blue Monday", que por sua vez foi uma versão cover da canção de 1983 da banda New Order.[86] A canção foi top 5 em países como Austrália, Canadá, Irlanda e Reino Unido.[87]
O terceiro single foi "Don't Stop the Music" e segue por um ritmo mais dance. A canção tem a produção de Evan Rogers, contendo amostras de "Wanna Be Startin' Somethin'" de Michael Jackson, o "Ma ma se, ma ma sa/ma ma coo sa",[88] inclusive os cantores foram processados por terem usado as notas musicais em ambas as canções, embora Rihanna não tivesse conhecimento do uso impróprio do sample por Michael Jackson.[89] Don't Stop The Music conseguiu ficar várias semanas em primeiro na Europa.[90] "Hate That I Love You", quarto single, conta com a participação de Ne-Yo, e trouxe novamente o ritmo R&B juntando o género de Unfaithful.[91] A música com pouca divulgação, chegou ao Top 10 de muitos países, incluindo na Billboard Hot 100. [92]
Em 2008, ganhou um Grammy de Melhor Canção Rap Com Colaboração pela canção "Umbrella"[93] e recebeu outras cinco nomeações em 2008, nos Grammy Awards, nas categorias de Best R&B Song, Best R&B Performance by a Duo or Group with Vocals por "Hate That I Love You", Best Dance Recording por "Don't Stop the Music", Record of the Year, Song of the Year.[10] Rihanna foi também um dos destaques da premiação francesa, "NRJ Music Awards". A cantora abriu a cerimónia, com a canção "Don't Stop The Music",[94] e levou o prémio de "Melhor Canção Internacional".[95]
A resposta da crítica ao Good Girl Gone Bad, foi muito positiva. Com uma nota média de 72% baseada em dezassete análises no Metacritic, que transforma todas as classificações em percentagens até cem por cento.[96] Entertainment Weekly descreveu o álbum como um "empréstimo" do género R&B da década de 1990 para o tornar num álbum "delicioso" do Verão.[97]
A 15 de Setembro de 2007, embarcou numa digressão mundial, três meses depois do lançamento.[98] Foram feitas setenta e nove actuações com término em 13 de Maio de 2008.[98] A primeira fase foi no Canadá, que consistiu em onze actuações em volta do mundo com Akon, mais tarde e sem o cantor, em volta dos Estados Unidos, Europa, Oceania, África e Ásia.[99] Durante a sua digressão, houve também actuações de Ciara e David Jordan.[99] A MTV fez uma crítica positiva, classificando bem a digressão, analisando o estilo de cada concerto realizado, tendo em conta a actuação em cada país.[98]
2008: Good Girl Gone Bad: Reloaded
A Junho de 2008, foi relançado o terceiro álbum de estúdio, intitulado Good Girl Gone Bad:Reloaded.[100] Incluiu as doze faixas padrão mais três faixas inéditas.[100] "Take a Bow", que ficou em primeiro lugar por uma semana na Billboard Hot 100 tornando-se seu terceiro número um na tabela,[101] "If I Never See Your Face Again" uma edição especial para o relançamento dos álbuns de Rihanna e Maroon 5, e em terceiro "Disturbia", canção escrita por Rihanna e Chris Brown que alcançou o topo da Billboard Hot 100 durante duas semanas..[102] Além de três faixas inéditas, a edição especial que traz o lançamento do primeiro álbum de vídeo da cantora, contendo ainda as faixas da versão original do álbum, como "Umbrella" e "Don't Stop the Music". O relançamento do álbum, fez com que este subisse da posição #124 para #7, numa semana na Billboard 200, devido ao ter vendido 63.000 cópias numa semana.[103] Mas o lançamento das três novas faixas também bateram recordes na Billboard, como ter conseguindo colocar dois singles no Top 5 por três semanas consecutivas "Take a Bow" (#2, #4 e #4) e "Disturbia" (#4, #3 e #2) , recorde que até então só as cantoras Mariah Carey, Madonna e Ashanti haviam conseguido, e ainda de maior subida com o single "Take a Bow", da posição #53 para a #1.[104][105] Devido às vendas nos Estados Unidos, que ultrapassaram dois milhões de cópias vendias,[77] foi atribuída tripla platina ao álbum.[44] Foi lançado o Good Girl Gone Bad: Reloaded Deluxe Edition, uma nova versão do Reloaded, que contém as doze faixas iniciais, as três relançadas e mais uma, "Cry", num conjunto de dois discos.[106]
2008: Good Girl Gone Bad Live
Ver artigo principal: Good Girl Gone Bad Live
Para tornar numa edição especial o relançamento, foi lançado juntamente ao álbum, o seu primeiro álbum de vídeo, Good Girl Gone Bad Live.[107] O concerto em Manchester Evening News Arena em Manchester, Inglaterra, a 6 de Dezembro de 2007, foi gravado e convertido em DVD[108] e em Blu-ray,[109] incluindo também um documentário que acompanhou o percurso de Rihanna e da sua banda durante as viagens da digressão.[110] O canal britânico Channel 4, no dia de Natal, transmitiu esse mesmo documentário.[110] Foi lançado a 17 de Junho junto com o Reloaded[107] e, na primeira semana, no Brasil vendeu mais de 20.000 cópias,[111] e não só, o álbum de vídeo conseguiu também entrar em grandes tabelas, como a Billboard,[112] como também teve resultados positivos, vendendo três milhões de vendas em todo o mundo e acabou por ser certificado como ouro.[113] Foi ainda nomeado para a cerimónia 51º Grammy Awards na categoria de "Best Long Form Music Video". [114]
2009: Good Girl Gone Bad: The Remixes
Em Janeiro de 2009, foi lançado um álbum de remixes, a partir do álbum original, Good Girl Gone Bad, intitulado Good Girl Gone Bad: The Remixes. Contém remixes, nunca antes lançados.[115] São faixas de rádio editadas[116] faixas como "Umbrella", "Disturbia" e "Don't Stop The Music" com mistura dance, editado nos EUA, correndo alguns países da Europa, incluídas num álbum que já entrou em três tabelas musicais da Billboard, entrando directamente para a posição #106 da Billboard 200.[117] Para tornar oficial o lançamento, a editora, Def Jam, revelou para nono single original, "Breakin' Dishes".[118] Embora anteriormente tenha entrado na tabela de outros países, como single[119] nomeadamente na Billboard Hot 100.[7]
2009: Caso de violência doméstica
Rihanna e Chris Brown na digressão Rihanna Live in Concert, em 2008, cantando uma cover do single "Umbrella" feita pelos dois cantores.
A 8 de Fevereiro de 2009, a cantora iria fazer uma actuação na cerimónia 51st Grammy Awards, mas no entanto teria sido cancelada, supostamente devido a um acidente de viação.[120]
Logo a seguir foi dada a notícia que Chris Brown, namorado de longa data,[121] teria agredido Rihanna, recorrendo a socos, pontapés e mordidas, facto que teria levado a cantora ao hospital.[122]
A respeito deste episódio, a actriz Jessica Alba fez relevância aos casos actuais de violência doméstica, precisam de mais atenção, a fim de que possam ser combatidos de modo mais eficiente.[121] Foi aberta uma investigação para apurar o que realmente teria acontecido naquela noite.[123] A 5 de Março, Chris Brown teve a sua primeira audiência, e foi julgado por ter agredido a cantora. O advogado da cantora afirmou que esta, não queria qualquer tipo de protecção em relação ao cantor.[124]
A Maio de 2009, alegadas fotos da cantora nua teriam sido colocadas na Internet.[125] Ainda sem certezas de que fosse a cantora nas fotografias, existiram rumores que a sua editora, Def Jam tinha pedido para que o material fosse retirado da Internet.[126] Mesmo assim, foram contadas outras versões da história, como o facto das fotografias não serem da cantora. Foram procurados editores de imagem, que teriam comparado fotos da altura da cantora, e teriam notado a ausência de tatuagens.[127][128] No decorrer do mês de Maio, foram colocadas fotos constrangedoras do cantor, que alegadamente teria sido a cantora Rihanna a colocar na rede.[129]
No final do mês Maio, ocorreu a quarta audição do caso de violência doméstica, e ficou marcada uma quinta audição para ouvir os testemunhos, incluindo Rihanna, que testemunhou na audiência preliminar, dando seguimento ao julgamento.[130][131] O cantor confessou que tinha agredido a ex-namorada, sendo condenado a cinco anos de liberdade condicional e seis meses de trabalhos comunitários.[132][133][134] Foi ainda advertido que se não se mantivesse numa distância de cinquenta metros da cantora e se não cumprisse o acordo no tribunal, poderia ser condenado a quatro anos de prisão de regime fechado.[132][133]
2009 — presente: Quarto álbum de estúdio
A cantora já confirmou estar em estúdio a gravar o seu quarto álbum de originais.[135] Numa entrevista recente terá dito que definitivamente seria lançado em 2009. Revelou ainda que o álbum teria o alinhamento de singles como "Disturbia" e "Shut Up And Drive", sem esquecer a "essência do R&B".[135] Uma das músicas anunciadas a colocar é "Hatin' On The Club", faixa que teria ter sido integrada no Good Girl Gone Bad: Reloaded, mas foi retirada sem explicação aparente.[136] Depois do caso de agressão,[121] está de volta ao estúdio para gravar o seu quarto álbum de estúdio.[137] Adonis Shropshire, produtor musical que irá trabalhar no novo álbum, disse numa entrevista que a cantora estava de volta a estúdio, determinada a gravar o seu novo álbum.[138]
Características musicais
Rihanna ao vivo na digressão, Glow In The Dark Tour, numa das suas actuações.
Com o seu primeiro single em 2005, "Pon De Replay", prometia ser uma cantora com fortes influências na música dance.[139] Continuou nesse mesmo género até 2006, em que lançou o seu primeiro single de A Girl Like Me, "SOS", que surpreendeu com as capacidades para o pop e dance-pop.[140] Ainda em 2006, mostrou que também sabia fazer baladas com "Unfaithful" e desde aí ficou como uma das cantoras mais versáteis no mundo da música.[39]
Mas foi em 2007 que mostrou realmente o seu género predominante, o R&B. Com "Umbrella" e o seu terceiro álbum, Good Girl Gone Bad, a artista afirmou ter encontrado o género do qual quer continuar a fazer música dele.[140] Mais uma vez iria surprender com Shut Up And Drive, mostrando que também tinha "garra" para o Rock e Pop-Rock.[140] Seguiu-se um single totalmente dance, "Don't Stop The Music" e mais um som R&B, "Hate That I Love You". No fim do ano 2007 foi então honorificada a "Rainha do R&B".[141] Com o lançamento do Good Girl Gone Bad: Reloaded, não deixou R&B de lado, e lançou em Março, "Take a Bow".[140] Passado pouco tempo, Rihanna juntamente com Maroon 5, lançou "If I Never See Your Face Again", música com tendência Pop-Rock.
Poucos meses depois, lançou "Disturbia", música R&B, com estreias no synthpop.[140] Finalizando 2008, mais uma música R&B, "Rehab". [140] Segundo as demos lançadas, para 2009, promete continuar no R&B mas soltando o seu estilo mais rock, punk, dance e synthpop.[135]
Tema e estilo musical
O estilo musical tem vindo a mudar entre cada dos três dos álbuns lançados pela cantora.[142][143][144] No início da carreira, em 2005, foi marcada como uma cantora de género reggae, com estilo pop, R&B, dance, pop rock e dancehall.[140] Com o lançamento do seu álbum de estreia "Music of the Sun" acompanhado do single de estreia "Pon de Replay", Jason Birchmeier do AllMusic considerou a cantora com credenciais dance-pop, com ritmos urbanos.[140] Disse também que a cantora misturava ritmos, desde de dance com pop a reggae com R&B.[145] Durante o lançamento do álbum, existiram críticas negativas, que o som e as batidas eram semelhantes às das músicas da cantora Beyoncé.[146][147][148] A média fez comparações negativas à música,[146] aos videoclipes e às actuações[149][150] e até à semelhança na imagem com a cantora Beyoncé.[151][152] Entre outros grupos dos média que afirmaram que Rihanna teria mais capacidades que Beyoncé.[153]
Rihanna ao vivo em Manila, nas Filipinas, durante a sua digressão Rihanna Live In Concert.
Depois do lançamento do terceiro álbum Good Girl Gone Bad, os média e os críticos mudaram as opiniões quanto às credenciais, música e imagem da cantora.[154] Kelefa Sanneh do The New York Times descreveu a canção "Umbrella" como uma canção com estreias reais em R&B, misturando com batidas de hip hop e R&B, com óptimas misturas de teclado e uma excelente voz feminina de Rihanna à mistura.[155] O tema e o estilo musical da cantora tem mudado desde do álbum de estreia, establecendo credenciais pop e transformando a sua música em R&B, com misturas no rap, no dance, reggae, dancehall e até no rock.[156][157] O conceito do seu terceiro álbum de estúdio foi encontrar um novo sentido, com a ajuda de produtores como Timbaland, Will.I.Am e com eles mudar o seu estilo de composição de música.[158] Durante a gravação do álbum, Rihanna disse que queria continuar a ver as pessoas dançar ao ritmo das suas músicas, mas desta vez num nível mais elevado.[156] Até comentou durante as sessões de gravação:[156]
Eu sinto-me diferente em cada álbum, e nesta fase eu sinto que gosto de fazer músicas diferentes.
— Rihanna - 2007,MTV.
[156]
Além disso, a cantora, com a ajuda do compositor Ne-Yo, conseguiu alcançar novas estreias no género rock, com músicas como "Shut Up And Drive" e "Kisses Don't Lie".[51] Ao contrário dos outros dois primeiros álbuns, o terceiro assenta numa batida de R&B entre outros géneros,[159] incluindo baladas, mas perdendo mais a batida reggae.[160] Os seus singles estableceram difrentes géneros, desde do pop ao rock, incluindo batidas reggae, dance, dance-pop, rock, R&B, rap, misturando muitas das vezes vários tipos e géneros de música num só single e num só álbum.[161][162]
[editar] Influências
Cita como sua maior influência a cantora Mariah Carey, cuja uma das suas canções foi alterada e cantada por Rihanna no concurso da escola em 2004:[35]
Olhei para a Mariah, muito mesmo! Admiro-a muito como artista, e competir com ela foi um momento que jamais esquecerei.
— Rihanna - 2005, numa entrevista à MTV.
[163]
A cantora afirmou que a primeira música de Mariah, "Vision of Love", tinha tido um grande impacto na vida dela.[164][165] Rihanna também cita como influência a cantora Beyoncé Knowles,[166][167] e ainda como fonte de inspiração para o início da sua carreira musical.[168] Outras influências musicais citadas são os músicos Bob Marley, Alicia Keys, Whitney Houston, Destiny's Child, Celine Dion,[169] Brandy e Gwen Stefani.[31][165][169]
Também é influenciada pela música caribenha e por um amigo e colega de editora, Fefe Dobson que é alguém que Rihanna diz admirar como cantor, compositor e ainda durante as suas actuações.[169][170][171] Numa entrevista à AOL, Rihanna afirmou que mesmo tendo nascido em Barbados, cresceu a ouvir música reggae, e quando se mudou para os Estados Unidos ficou exposta a diferentes tipos de música.[164] A cantora também se diz influenciada pela cantora pop Madonna, devido à sua habilidade e capacidade de reinvenção, e espera ser tão bem sucedida como ela.[172]
Videografia
Plano de uma das actuações de Rihanna.
George Epaminondas da revista InStyle considera os videoclipes "cinemáticos", misturando ritmos e géneros musicais, com "toques sensuais".[173] O primeiro vídeo da cantora, "Pon de Replay", num cenário de discoteca, misturava a música caribenha com o R&B, com ritmos dançantes, a canção ilustrava o comportamento numa discoteca ou em bares.[174][175] "If It's Lovin' That You Want", segundo, mostrava o ambiente das praias havaianas, novamente com ritmos dançantes, a cantora no vídeo veste-se a rigor do Hawai.[176] Continuando com as misturas musicais, neste caso, reggea com R&B, "SOS", novamente um vídeo muito dançante em que a cantora dança sozinha e acompanhada.[177] Existindo outra versão, patrocinada pela Nike, em que a cantora dança num ginásio com bailarinas, em que algumas cenas se transforma numa discoteca, cheia de luzes.[178] "Unfaithful" o primeiro ritmo balada, como o género de música exige, o cenário é mais variado e de acordo com o estilo.[179] Voltando ao estilo caribenho e dançante, "We Ride", alterna novamente o cenário, para paisagens ambientais, de bares e discotecas.[180]
Em 2007 o estilo dos vídeos mudaram com "Umbrella", que passou a misturar o R&B com Hip hop, alternando cenários dentro de uma casa e num estúdio, sem deixar a dança de lado.[181][182] Seguindo a inovação, "Shut Up And Drive", altera o estilo para rock mostrando uma face desconhecida até então da cantora, alternando os cenários para garagens com carros e até a aparência da banda da cantora.[183][184] "Don't Stop The Music" recorda a música dançante de Rihanna, num cenário total de discoteca, a cantora dança novamente sozinha e acompanhada, mostrando totalmente o ambiente de uma discoteca.[88][185] "Hate That I Love You" relembra o vídeo de "Unfaithful", misturado com R&B, o cenário alterna entre as ruas e um hotel.[186][187] No mesmo seguimento, "Take A Bow", onde os cenários da suposta casa da cantora e a rua se alteram, mostrando partes da cantora a conduzir um carro, como em "Shut Up And Drive".[188][189][190] No seguimento de mudança e do relançamento do seu terceiro álbum, "Disturbia" mostra um cenário totalmente contorbado e sinistro, envolvendo aranhas e cenários de jogos mortais.[191][192] O vídeo alcançou a posição número cinco na lista "Top Five Most Paranoid Music Videos" elaborada pelo canal televisivo MTV.[193] "Rehab", volta a misturar o R&B com balada, num cenário de deserto e caravanas, em que a cantora e o cantor Justin Timberlake, que teve uma participação especial no vídeo, contam a sua história enquanto suposto casal.[194][195][196]
Estilo e imagem pública
Rihanna ao vivo no Brisbane Entertainment Center em 2008.
A revista New York Magazine citou o olhar precoce e capacidade de mudança tão fácil de visual da cantora.[197] Desde do lançamento do seu terceiro álbum, Good Girl Gone Bad, várias revistas têm considerado a cantora como uma "sex symbol" a parte de outras estrelas de R&B,[198] optando por um design vestuário de cultura.[199] Sonya Magett do Black Voices reportou que o estilo da cantora Rihanna vinha sendo habitual, desde há quatro anos, início da carreira,[200] ficando espantada com o vestuário e adereços utilizados pela cantora na red carpet das cerimónias musicais.[201][202] A revista People Magazine colocou a cantora na lista das estrelas mais bem vestidas de 2008.[203] Em 2009, a revista Glamour Magazine posicionou a cantora na posição cinquenta, de uma lista de setenta mulheres mais glamorosas, citando o estilo de "rockstar" de Rihanna, o seu estilo geral, e a forma de vestuário da cantora.[204][205]
Em 2007, ficou em oitavo numa lista elaborada da Maxim Magazine, 2007 Hot 100 list, na décima quinta posição na lista de 2008 e em oitavo novamente em 2009.[206][207][208] A Junho de 2007, a cantora foi nomeada "Venus Breeze's Celebrity Legs Of A Goddess" pela marca Gillette[209] Margeaux Watson do Entertainment Weekly escreveu um artigo intitulado "Rihanna: Diva of the year" que refere toda a carreira positivamente sucedida ao longo do ano 2008.[210] Em 2009, a revista Gentlemen's Quarterly, elegeu a cantora como vencedora da lista das cem mulheres mais sensuais.[211] Em Portugal, na revista FHM, a cantora posicionou-se em sexto lugar em 2009 e em trigésimo primeiro no ano anterior de 2008.[212]
As tatuagens têm chamado a atenção da media.[213] Uma das suas primeiras tatuagens foi uma nota musical no seu tornozelo e o símbolo do singo de Peixes por detrás da sua orelha direita.[213][214] A tatuagem mais visível é um conjunto de estrelas nas costas da cantora, formada por duas tatuagens.[214][215][216] No total a cantora tem doze tatuagens,[214][216][217][218] Incluíndo a data de nascimento da melhor amiga no ombro, uma estrela na cartilagem da orelha, uma expressão "Shhh…" no dedo, uma caveira no tornozelo, uma escritura na nuca, e uma pistola de lado na barriga.[219][220] A sua última tatuagem tinha sido planeada para ser abaixo dos ombros, mas acabou por ser feita de lado da caixa torácica.[221] Embora a cantora tivesse receio de ser criticada pela sua nova tatuagem,[222][223][224] BangBang, o tatuador, foi rápido a justificar o significado da tatuagem, que simboliza a "força e o poder".[225][226][227][228]
Relaçoes com barbados
Na comercialização do seu país, existe um grande envolvimento por parte da cantora.[229] A cantora começou a colocar a bandeira e o tridente do país nos seus videoclipes, incluindo nas embalagens do seu álbum A Girl Like Me.[229] A cantora tornou-se o rosto do turismo no país, até mesmo em anúncios publicitários.[230] Actualmente, é citada como embaixadora da Cultura e da Juventude de Barbados, inclusive foi honrada em 2008 com um feriado nacional chamado "Dia Nacional da Rihanna", que ocorre a 21 de Fevereiro de todos os anos, por ser o aniversário da cantora.[230] Para agradecer a honra, Rihanna falou sobre o seu país no discurso de agradecimento pelo recebimento do Grammy em 2008.[231]
A cantora está sistematicamente ligada à comercialização do seu país e inclusive colabora com o governo de Barbados, mas por vezes existem críticas a Rihanna, desde da sua música, ao seu sucesso e até o seu vestuário.[232][233] A embaixadora pronunciou-se sobre as críticas:
Fui para a praia e eu tinha em um maiô com uma peça de jeans, tiraram fotografias e fizeram parecer com que estivesse de top que revelava as minhas partes mais íntimas. Havia até programas de rádio sobre o assunto. Foi um grande negócio, pelo menos no espaço de três semanas - Não estou falando de um cenário de bom exemplo
— Rihanna - 2007 - declarou sobre as críticas a ela dirigidas.
[234]
Também mencionaram o facto de acharem a cantora demasiado nova para trabalhar com a Def Jam, fazendo dela um sex-symbol e ajudando-a a crescer musicalmente.[235] Os média, principalmente, o jornal The Daily Nation, tem mostrado a sua posição de desencorajamento à cantora.[236] A cantora falou sobre a falta de apoio numa entrevista ao Entertainment Weekly:
"Eles" todos me odeiam. Eu não tenho que falar sobre ninguém. Eu não tenho que dizer que ainda sou de Barbados. Mas eu faço as pessoas agradecerem é um dado adquirido. Odeiam-me. Falam merda sobre mim o tempo todo. Mas eu gosto, "Como queiram. continuo a fazer o que quero por que gosto e quero, e ninguém me vai impedir.
— Rihanna - 2007 - declarou ainda.
[31]
Sobre estas palavras, o jornal sublinhou que a cantora não era insubstituível e que Barbados já se encontrava no mapa antes da cantora nascer e quando morrer continuará lá.[237][238] O seu amigo e produtor Evan Rogers expressou a sua indignidade sobre as criticas lançadas à cantora, e explicou que é infeliz existirem tipos de pessoas assim.[239]
Discografia
Ver página anexa: Discografia de Rihanna
Foram lançados três álbuns de estúdio, um álbum de remixes e um álbum relançado.[240] Lançou também dezesseis singles, quinze videoclipes,[240] um extended play e um álbum de vídeo, além de participar num outro.[241][242] A cantora também teve as suas músicas incluídas em vinte sete compilações.[243][244]
Os álbuns da cantora interpretam diversos estilos musicais diferentes, como R&B, rap, reggae e dance, mas também os mistura.[2] O seu álbum de estreia, Music of the Sun, lançado com a ajuda da editora Def Jam, mistura os géneros dance, com R&B e reggae, tal como o seu primeiro single "Pon de Replay".[39] O seu segundo álbum, A Girl Like Me, tem um estilo tropical, mas contém também estilos urbanos e pop.[245] A Junho de 2007, Rihanna lançou o seu terceiro álbum de estúdio, Good Girl Gone Bad, que assume um estilo total de R&B, com influências dance, reggae, rock e electro.[154] Em números, cinco dos singles do álbum, Good Girl Gone Bad, terá vendido mais de cinco milhões de cópias, ou seja, "Umbrella", "Don't Stop The Music", "Shut Up And Drive", "Take A Bow" e "Disturbia".[246]
Também participou noutros singles, como por exemplo o de lançamento da banda J-Status, "Roll It".[247] Juntamente com outras cantoras de R&B, como Mariah Carey, Mary J Blige e Beyoncé, fez uma canção para uma actuação especial, "Just Stand Up".[248] Outra das participações da cantora foi "Live Your Life" com o rapper T.I..[249] Foi lançado como single com videoclipe e foi atribuída cinco platinas à canção.[250] Em 2009, a cantora fez uma participação especial no videoclipe do single do cantor Kanye West, "Paranoid".[251]
Hotness é um EP, ou álbum não oficial, lançado a 8 de Março de 2008 na internet,[252] contém faixas exclusivas, embora nenhuma delas tenha sido single. Alguma das faixas, como "Roll It" e "Throw Your Hands Up", entraram nas tabelas de alguns países.[247][253]
Prémios
Ver página anexa: Prémios e indicações recebidos por Rihanna
Vencedora de um Grammy, em 2008 na categoria "Best Rap/Sung Collaboration" com o single "Umbrella".[10] O seu álbum de estreia, Music of the Sun, e o seu single de estreia, "Pon de Replay", ganharam ambos dois prémios no "Barbados Music Awards" em 2006.[254] O mesmo aconteceu em 2007, com o seu segundo álbum, A Girl Like Me e o seu single "Unfaithful", entre outros prémios singulares.[255] Nos MTV Europe Music Awards, em 2006, a cantora venceu a categoria de "Best R&B Act"[256] e em 2007 na categoria "Ultimate Urban".[257]
Ainda em 2007, ganha dois prémios nos " MTV Video Music Awards" com o single "Umbrella".[258] Entre outros prémios, como três "American Music Awards"[259][260] e dois World Music Awards.[261] O seu terceiro álbum, Good Girl Gone Bad também ganhou prémios, entre eles nos "Juno Awards" na categoria "Internacional Album of the Year"[262] Os seus prémios são classificados nas categorias dos géneros R&B, Hip hop, rap, pop e rock.
Em 2009, foi nomeada para os Grammys, com nomeação em três categorias, embora não tenha vencido nenhuma,[263] o mesmo não aconteceu com outras cerimónias, MTV Australia Music Awards e International Dance Music Awards, que venceu com os singles, "Disturbia" e Live Your Life".[264][265] A meio do ano de 2009, mais propriamente em Julho, venceu duas categorias na cerimónia Urban Music Awards, que premia a indústria de género R&B ou urbana.[266] Venceu nas categorias Best Music Video com o single Rehab e Best Female Act.[267]
Certificações
Com certificações de ouro e platina, a organização que mais atribuiu galardões à cantora foi a RIAA,[44][113] Recording Industry Association of America, seguindo-se a ARIA,[268] Australian Recording Industry Association. O álbum de estreia, Music Of The Sun, foi platina no Canadá[269] e ouro nos Estados Unidos.[44] O seu segundo álbum, A Girl Like Me foi platina na Austrália[268] e no Canadá,[270] e a RIAA atribui ouro e platina ao álbum.[44] O álbum mais certificado da cantora foi o terceiro, Good Girl Gone Bad, com certificação de tripla platina na Austrália,[271][272] Canadá[273][274] e Estados Unidos,[44] dupla platina na Nova Zelândia,[275] ouro e platina no Brasil[276] Para encontrar todos os resultados neste site, terá de colocar na pesquisa o nome do artista, neste caso "Rihanna", e ouro em Portugal.[277]
Quanto a singles, "Pon de Replay, obteve dupla platina na Austrália,[278][279] ouro e platina nos EUA[44] e ouro na Nova Zelândia.[280] O segundo single de carreira, "SOS", com platina na Austrália,[279] ouro e platina nos EUA[44] e no Brasil.[276] "Unfaithful" obteve um ouro pela ARIA[281] e dois ouros e uma platina pela RIAA.[44] O single seguinte "Umbrella" foi platina na Austrália,[281] ouro e platina no Brasil[276] e na Nova Zelândia,[280] ouro e quadrupla platina nos EUA.[44] "Shut Up And Drive" foi ouro na Austrália[281] e ouro e platina nos EUA[113] e no Brasil.[276] "Don't Stop The Music" foi o quarto single certificado com uma platina na Austrália,[281] ouro e platina na Nova Zelândia[280] e no Brasil,[276] ouro e tripla platina nos EUA.[44][113] Seguindo-se "Hate That I Love You", obteve ouro na Austrália,[282] ouro e platina nos EUA,[44] no Brasil[276] e na Nova Zelândia.[280]
Já em 2008, "Take A Bow", foi certificado com platina na Austrália,[282] duplo ouro e dupla platina nos EUA[44][113] e ouro e platina na Nova Zelândia.[280] O último single do relançamento do terceiro álbum de estúdio de Rihanna, "Disturbia", obteve platina na Austrália,[282] ouro na Nova Zelândia,[280] e dois ouros e seis platinas nos EUA.[113] "Rehab", o último single, foi certificado com ouro na Nova Zelândia.[280] Ainda o seu primeiro álbum de vídeo, Good Girl Gone Bad Live foi certificado com outro nos EUA[113] e no Brasil.[276]
Digressões
Bilhetes de entrada no concerto de Rihanna e Chris Brown em 2008, em digressão.
Em 2006, foi convidada pela primeira vez para a sua primeira digressão, intitulada Rock Tha Block Tour, juntamente com o cantor Akon e Jay-Z.[283] Ainda em 2006 embarcou noutra digressão, convite da banda Pussycat Dolls.[284] A digressão, PCD World Tour teve inicio a 26 de Julho de 2006 e término a 6 de Fevereiro de 2007, com actuações na Europa, na América do Norte e na Ásia, perfazendo sessenta e seis concertos no total.[285] A cantora Christina Aguilera e o grupo Black Eyed Peas apoiaram na América do Norte e a Rihanna no Reino Unido e alguns países da Europa.[286][287]
Na metade do ano de 2007, depois do lançamento do seu terceiro álbum de estúdio Good Girl Gone Bad e para o promover, fez a sua primeira digressão a solo, The Good Girl Gone Bad Tour.[288] Consistiu em actuações na Europa, na América do Norte, América do Sul, no Japão, na Nova Zelândia, na Austrália e na Ásia, no total setenta e três concertos pelo mundo inteiro, originando também um álbum de vídeo, Good Girl Gone Bad Live e estendeu-se até 2008.[289][290][291][292][293] No fim da sua digressão, Rihanna foi convidada para a digressão Glow In The Dark Tour do cantor Kanye West.[294] Incluiu as participações de Lupe Fiasco, N.E.R.D e Nas.[295] Começou a 16 de Abril de 2008 em Seattle, Washington, viajando pela América Latina, Ásia, Europa, Nova Zelândia e Austrália até ao início de Dezembro.[296] A digressão teve participações especiais e surpresa de artistas como, Girls Aloud, Gnarls Barkley and Jay-Z. Chris Brown também fez algumas aparições em alguns dos concertos, para cantar com Rihanna, o remix do single "Umbrella", e como dançarino com os N.E.R.D., em países diferentes, a digressão teve término ainda no ano 2008.[294]
A segunda digressão a solo da cantora Rihanna Live in Concert, contou com a companhia do cantor Chris Brown.[297] Consistiu em concertos na Austrália, Cingapura e Filipinas, sendo catorze actuações no total.[297] Durante um concerto na Austrália, a cantora sentiu-se indisposta e teve de abandonar o palco, deixando a cargo o término da actuação ao cantor que a acompanhava na digressão.[298]
Filmografia e projectos futuros
Em 2006, teve uma participação especial no filme 'Bring It On: All or Nothing, lançado a 8 de Agosto de 2006.[163][299] Foi a partir desse filme, que surgiu a curiosidade cinematográfica da cantora.[163] Em 2007, a cantora foi convidada a participar num filme chamado Mama Black Widow, com o papel de "Carol", uma filha negada à nascença com o objectivo de regressar e vingar-se da sua família.[26] Também foi indicada para o remake do filme The Last Dragon,[27][300] para o novo filme Charlie's Angels[301] e ainda para "X-Men 4".[302]
De acordo com o Daily News,[303] depois de ter tido aulas de representação, incluindo para protagonizar no novo vídeo do single de Kanye West, "Paranoid",[304] foi feito um convite para entrar no novo filme Personal Protection, que começa a ser filmado este ano para estrear nos cinemas em 2010.[301][303][305]
Publicidade e averbamentos
Rihanna Glow In The Dark Tour, 2008.
Em Outubro de 2005, consegui o seu primeiro contracto de averbamento com a marca Secret Body Spray,[306] para patrocinar a cantora na sua primeira digressão.[307] Assinou ainda outros contractos com a marca Nike, que patrocinou a gravação de uma segunda versão do vídeo do single "SOS".[308] A cantora também assinou contracto com a Clinique para promover a sua fragância, "Happy".[69]
A 2007, tornou-se modelo da marca de cosméticos Cover Girl[309][310] e já lançou quatro anúncios publicitários.[311][312] Com o lançamento de "Umbrella" a Cover Girl quis assinar contracto com a cantora e promoveu o seu videoclipe:[313]
Eu adorava maquilhar-me, e desde pequena que sempre sonhei em tornar-me uma "Cover Girl"
— Rihanna - 2007
[313]
Com o single "Umbrella", que obteve recordes nas tabelas britânicas,[314] foi assinado um contracto com a empresa Totes[315] para lançar uma colecção de guarda-chuvas personalizados, desenhados pela cantora.[315] Estão disponíveis no mercado cinco modelos diferentes.[315] A idéia de lançar o produto partiu dos fãs da cantora que, fazem coreografias de sua música usando guarda-chuvas.[316]
Em Dezembro de 2008, com a assinatura do contracto com a Gucci, malas e acessórios da colecção "Tattoo Heart Collection", formam lançadas, com a realização de Rihanna.[317][318][319] A 8 de Abril de 2009, foi anunciado que Rihanna, juntamente com os cantores Jay-Z e Kanye West, vão lançar uma frangância, licensiada pela empresa "Iconic Fragrances".[320] O perfume irá ser lançado no Verão de 2010.[321][322]
Solidariedade
Rihanna ao vivo em Manila nas Filipinas, 2008.
A cantora criou uma fundação em 2006, "The Believe Foundation", cujo objectivo é proteger e ajudar as crianças com doenças terminais e não só.[323][324] Ajudou ainda a advogada Lisa Gershowitz Flynn, que mora Estados Unidos, a encontrar uma medula compatível para se curar de um cancro.[325] O resultado foi a chamada de atenção de milhares de pessoas e por conta disso, a DKMS recebeu mais de 5.000 mil telefonemas e e-mails, 2.000 deles de pessoas que se registraram como novos doadores.[325]
Solidária filantrópica, a cantora também fez uma participação especial em "Just Stand Up", uma música para a cura do cancro feminino, ao lado de cantoras como Mariah Carey, Mary J Blige, Miley Cyrus, beneficiando a fundação "Just Stand Up".[326][327] O programa de TV beneficente Stand Up To Cancer ajudou a arrecadar mais de 100 milhões de dólares para pesquisas contra o cancro.[328][329]
A meio do ano de 2008, juntou-se à H&M, juntamente com outros artistas como Timbaland e Good Charlotte, que desenhou uma colecção de roupa com a ajuda da cantora para a luta contra a SIDA avaliada em mais de 1,5 milhões de euros.[330] A causa foi baptizada por "Moda contra a SIDA".[330]
Ainda em 2008, aceitou a proposta da Gucci, grava um anúncio comercial para a colecção.[331]
Eu sempre fui fã da Gucci, especialmente das bolsas. Mas estou muito feliz, principalmente pelo projeto que eles estão fazendo com a UNICEF. Como uma artista, eu me sinto no dever de ajudar para um mundo melhor. Estou muito feliz de estar fazendo parte disso tudo
— Rihanna - 2008 - declarou sobre a sua campanha para a Gucci.
[331]
Segundo o director criativo da Gucci, a cantora foi escolhida para representar a marca por ser um "ícone", por ser uma pessoa mais nova e moderna.[332]
A campanha foi em benefício da UNICEF, a campanha consistiu na cantora ter sido fotografada, com os acessórios da Gucci, os quais 25% das vendas dos produtos publicitados beneficiaram as crianças necessitadas.[333] Com a venda de pequenas sacolas, apresentadas no anúncio publicitário de Rihanna e na "4th Gucci Campaign to Benefit UNICEF", com a presença de artistas como Madonna, a venda das mesmas reverterá a favor das crianças de Africa[334]
Em 2009, voltou a ajudar uma menina inglesa com seis anos de idade que estava à espera de um transplante de medula óssea. [335][336][337]
Quando vi o vídeo dela, fiquei de coração partido. É tão injusto que para um paciente negro seja muito mais difícil encontrar um dador de medula óssea compatível
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