agosto 04, 2009

Rihanna



Robyn Rihanna Fenty mais conhecida como Rihanna (Saint Michael, 20 de Fevereiro de 1988) é uma cantora de Barbados,[2] de ascendência barbadiana, guianense, irlandesa.[3][4] Já vendeu mais de doze milhões de álbuns de estúdio, sete milhões de um único álbum de vídeo e conseguiu colocar cinco singles ("SOS, "Umbrella", "Take a Bow", "Disturbia" e "Live Your Life") na primeira posição da tabela musical americana Billboard Hot 100, que avalia as cem músicas mais vendidas.[5][6][7][8]

Assinou contracto com a editora Def Jam Recordings,[2] após uma audição, que assimilou o interesse do produtor Evan Rogers e do vice-presidente na altura da editora, Jay-Z, na cantora.[9]

Vencedora de um Grammy,[10] dois VMA,[11] dois EMA,[12][13] três AMA,[14][15] três BMA,[16] três NRJ Music Awards,[17][18][19] três TCA,[20][21] e dois WMA, entre outros prémios. É também uma das cantoras que mais alcançou a primeira posição nas tabelas da Billboard na década de 2000, até ao momento.[7] Em 2007, ganhou prémios na categoria R&B.[22]

Para além de cantora, é modelo e designer de moda, tendo feito a sua própria marca de guarda-chuvas, após o lançamento do single "Umbrella".[23] Foi ainda nomeada embaixadora da Cultura e da Juventude de Barbados.[24]

Também tem sido convidada para desempenhar personagens no cinema, nomeadamente em Mama Black Widow,[25] embora ainda não esteja confirmado a data de realização do filme.[26] Também foi indicada para o remake do filme The Last Dragon, protagonizado por Samuel L. Jackson.[27]


Biografia

1988 — 2004: Nascimento e início da carreira

Rihanna nasceu na ilha caribenha de Barbados, em Saint Michael, no dia 20 de Fevereiro de 1988, filha de Mónica Fenty, de ascendência guianense, e de Ronald Fenty, de ascendência barbadiana e irlandesa.[4][28][29][30] Tem ainda dois irmãos mais novos, Rorrey e Rajad.[31] Os seus pais divorciaram-se quanto tinha catorze anos de idade. [31] Começou a cantar aos nove anos no ensino primário, escola Charles F. Broome Memorial School, formou o seu primeiro grupo musical com mais duas colegas de classe.[31][32]

Com quinze anos, a cantora foi apresentada por um amigo ao produtor musical Evan Rogers, que estava de férias em Barbados.[33] Juntamente com o seu sócio, Carl Sturken, produziram juntos cantores como Christina Aguilera, Laura Pausini e Kelly Clarkson.[33] marcaram uma audição, na qual a cantora cantou a canção da banda Destiny's Child, "Emotion".[31] Um ano mais tarde o grupo de produtores Evan Rogers e Carl Sturken, ajudou-a na gravação de músicas nos Estados Unidos da América, na cidade de Nova Iorque.[2] Rihanna, Evan e Carl acabaram por criar quase doze músicas, sendo que quatro delas eram demos, uma nova versão da balada "Last Time" de Whitney Houston, e ainda o que se iria vir a tornar o single de estreia da carreira de Rihanna "Pon de Replay".[31][34] Tirando a inspiração do dancehall e reggae’, que estão presentes fortemente na cultura musical de Barbados, fundiram este com o R&B.

Em 2004, no colégio da Combermere School ganhou um concurso de beleza onde foi nomeada "Miss Combermere", tendo feito uma actuação no Colours of Combermere School Show, interpretando a música da cantora Mariah Carey "Hero".[35] Foi enviada depois da audição feita por Rihanna, uma cópia do seu trabalho para Jay-Z, na altura vice-presidente da Def Jam Recordings, que quis imediatamente assinar contrato com a cantora.[2][9][36]

Devido ao desempenho na actuação, que levou à assinatura do contracto com a sua editora, lançou seu primeiro álbum, Music of The Sun, iniciando assim a sua carreira como cantora.[2][37][38]

2005: Music of the Sun

Ver artigo principal: Music of the Sun

Em 2005, passado três meses da assinatura contractual, foi lançado o primeiro álbum, intitulado Music of the Sun, expondo a sua mistura de reggae, dancehall e R&B, escrito por Evan Rogers e pela própria.[39][40] Influenciada por cantoras como Beyoncé Knowles, Mariah Carey, Madonna, Ciara, Melanie Brown, Alicia Keys e Whitney Houston, Rihanna escreveu metade das canções do álbum, destacando singles como "Pon De Replay", além de "There's A Thug In My Life", "Let Me", "That La, La, La" e "If It's Lovin' That You Want".[40] Com quase 500.000 cópias vendidas apenas nos Estados Unidos,[41] chegando a quase dois milhões de unidades vendidas no mundo inteiro,[42] o álbum também garantiu o Top 10 em países como Canadá e Estados Unidos.[43] O álbum vendeu aproximadamente mais de 1.505.000 de cópias mundiais e foi certificado pela RIAA como álbum de ouro.[44] Para promover seu álbum de estreia, fez a abertura de um dos concertos da cantora Gwen Stefani, e actuou em vários programas dos Estados Unidos.[45]

Com canções do álbum, como "Pon de Replay", iniciou positivamente a sua carreira, lançando assim o videoclipe do seu primeiro single mundial, que mais tarde viria a ser destacado[46] com certificação de ouro e platina[44] e considerado o "Hino de Verão 2005".[39][47] Mais tarde lançou o segundo single e videoclipe do álbum de estréia, "If It's Lovin' That You Want".[48] O álbum e respectivos singles receberam críticas positivas.[49][50]

2006: A Girl Like Me

Ver artigo principal: A Girl Like Me (álbum de Rihanna)

Rihanna ao vivo, durante uma actuação para promover o seu álbum.

Um mês depois do lançamento do álbum de estreia, começou a trabalhar no segundo.[51] Os produtores Evan Rogers e Carl Sturken, que trabalharam grande parte do primeiro álbum, produziram o segundo com a ajuda de outros produtores como Stargate, J. R. Rotem e o cantor e compositor Ne-Yo.[52] Como reconhecimento mundial, o segundo álbum teve como patrocinador a Nike e a J.C. Penney, promovendo os videoclipes e singles provenientes de A Girl Like Me.[53]

O primeiro e principal single do álbum, SOS foi a sua primeira canção a ficar em primeiro lugar na tabela musical dos EUA, a Billboard Hot 100.[54][55] Este single contém amostras da canção "Tainted Love" da banda Soft Cell[56] e teve duas versões de videoclipe, tais como uma versão produzida pela Nike, para divulgar o mesmo, e o videoclipe oficial, lançado posteriormente.[57]

O segundo single do álbum foi "Unfaithful", escrito pelo artista Ne-Yo, que ajudou-a a produzir a canção. A música repetiu a trajectória de SOS, sendo primeiro lugar em países como Portugal e Canadá.[58] O terceiro single foi "We Ride", que entrou em algumas tabelas, tendo como melhor posição a quarta.[59][60] O quarto single foi "Break It Off" canção com a participação de Sean Paul, que mesmo sem videoclipe foi top 10 em vários países, na Billboard inclusive.[61][62]

O álbum atingiu a posição cinco na Billboard 200,[63] vendeu 115,000 cópias na primeira semana e foi certificado com platina, depois de ter vendido um milhão de cópias.[44][64] No total, vendeu mais de 3.700.000 de cópias pelo mundo.[65] Internacionalmente, atigiu a primeira posição no "Top Canadian Albums" da Billboard e o número cinco na tabela do Reino Unido.[63]

Recebeu críticas positivas do AllMusic, da revista Rolling Stone e do Terra Canal Pop, no Brasil.[56][66][67] Classificando o álbum como essencialmente R&B, mistura de elementos caribenhos, guitarra elétrica, piano e batidas hipnóticas, resultando em estilos como Dancehall, reggae e acústico.[56]

Depois do lançamento do álbum e respectiva promoção, embarcou na digressão Rock Tha Block Tour e de seguida acompanhou as Pussycat Dolls na digressão mundial PCD World Tour ambas em 2006.[68] Rihanna actuou na digressão das Pussycat Dolls no Reino Unido desde Outubro de 2006 até Fevereiro de 2007.[68]

Também gravou uma canção promocional com a actriz Julie Roberts, "Just be Happy", depois de um acordo com a empresa Clinique[69] e ainda gravou uma canção intitulada "Winning Women" com a cantora Nicole Scherzinger para publicitar o desodorizante feminino da Procter & Gamble.[70]

2007 — 2009: Good Girl Gone Bad

Ver artigo principal: Good Girl Gone Bad

Rihanna na digressão Glow in the Dark Tour, em 2008, durante uma das suas aberturas.

No início de 2007, Rihanna juntamente com Ne-Yo, Stargate e Timbaland, entrou em estúdio para gravar o terceiro álbum, Good Girl Gone Bad.[71] A maioria das faixas foram gravadas em Los Angeles, na California, paralelamente às sessões de gravação de faixas bónus para a edição especial do segundo álbum, com lançamento feito em 2007.[72] A cantora inspirou-se em Afrodisiac, álbum da cantora Brandy Norwood de 2004.
"Esse álbum, gosto de ouvir todos os dias, todas as noites. Quando eu estava no estúdio, foi o álbum que ouvi a toda a hora e realmente estou admirada, porque que cada canção era uma grande canção. Você pode ouvir o álbum inteiro. E eu pensei que tinha de fazer um álbum como aquele.
— Rihanna, numa entrevista sobre o novo álbum a uma rádio, 2007.

[31]

Durante uma entrevista para a estação de rádio do Reino Unido, Capital FM, a cantora explicou o significado por detrás do título escolhido para o álbum:
"Bad" não é estar frágil. "Bad" tem o seu próprio prazo para cada pessoa e no meu caso, isso só significa que eu tenha ficado um pouco rebelde no álbum, quebrando a minha antiga postura, estou correndo riscos … como Michael Jackson em "Bad", uma espécie de curso.
— Rihanna em entrevista à Capital FM, 2007.

[73]

Foi lançado a 5 de Junho de 2007[74] e na primeira semana vendeu mais de 968.000 cópias em todo o mundo.[75] No total vendeu mais de 8.920.000 cópias no mundo inteiro.[76][77][78] O álbum contém doze faixas, sendo que oito delas foram lançadas como single.[74]

O primeiro single foi "Umbrella", com participação de Jay-Z. Esta canção, foi considerado o grande êxito da cantora de Barbados, hit e o "Hino de Verão de 2007".[79] Tendo ganho vários prémios internacionais devido a esta canção, "Umbrella" manteve-se nos tops mundiais durante muitas semanas. A canção ficou dez semanas consecutivas na primeira posição nas tabelas do Reino Unido[80] e sete semanas na primeira posição da Billboard Hot 100, e várias outras semanas também em todo o mundo, incluindo o Brasil.[81] No Reino Unido, Rihanna é responsável por dez semanas consecutivas na primeira posição dos tops ingleses, sendo a mulher mais jovem que se manteve por mais tempo na primeira posição neste país.[82][83] Foi considerada ainda uma das melhores canções do ano por cerimónias de entrega de prémios, como a MTV Video Music Awards,[11] também por revistas, como a Rolling Stone,[84] sendo ainda considerado o single mais vendido do ano 2007 e a maior subida na tabela musical do país norte-americano.[85]

O segundo single do álbum foi "Shut Up and Drive", que traz um ritmo rock/pop e também possui samples do single de 1999 de Orgy, "Blue Monday", que por sua vez foi uma versão cover da canção de 1983 da banda New Order.[86] A canção foi top 5 em países como Austrália, Canadá, Irlanda e Reino Unido.[87]

O terceiro single foi "Don't Stop the Music" e segue por um ritmo mais dance. A canção tem a produção de Evan Rogers, contendo amostras de "Wanna Be Startin' Somethin'" de Michael Jackson, o "Ma ma se, ma ma sa/ma ma coo sa",[88] inclusive os cantores foram processados por terem usado as notas musicais em ambas as canções, embora Rihanna não tivesse conhecimento do uso impróprio do sample por Michael Jackson.[89] Don't Stop The Music conseguiu ficar várias semanas em primeiro na Europa.[90] "Hate That I Love You", quarto single, conta com a participação de Ne-Yo, e trouxe novamente o ritmo R&B juntando o género de Unfaithful.[91] A música com pouca divulgação, chegou ao Top 10 de muitos países, incluindo na Billboard Hot 100. [92]

Em 2008, ganhou um Grammy de Melhor Canção Rap Com Colaboração pela canção "Umbrella"[93] e recebeu outras cinco nomeações em 2008, nos Grammy Awards, nas categorias de Best R&B Song, Best R&B Performance by a Duo or Group with Vocals por "Hate That I Love You", Best Dance Recording por "Don't Stop the Music", Record of the Year, Song of the Year.[10] Rihanna foi também um dos destaques da premiação francesa, "NRJ Music Awards". A cantora abriu a cerimónia, com a canção "Don't Stop The Music",[94] e levou o prémio de "Melhor Canção Internacional".[95]

A resposta da crítica ao Good Girl Gone Bad, foi muito positiva. Com uma nota média de 72% baseada em dezassete análises no Metacritic, que transforma todas as classificações em percentagens até cem por cento.[96] Entertainment Weekly descreveu o álbum como um "empréstimo" do género R&B da década de 1990 para o tornar num álbum "delicioso" do Verão.[97]

A 15 de Setembro de 2007, embarcou numa digressão mundial, três meses depois do lançamento.[98] Foram feitas setenta e nove actuações com término em 13 de Maio de 2008.[98] A primeira fase foi no Canadá, que consistiu em onze actuações em volta do mundo com Akon, mais tarde e sem o cantor, em volta dos Estados Unidos, Europa, Oceania, África e Ásia.[99] Durante a sua digressão, houve também actuações de Ciara e David Jordan.[99] A MTV fez uma crítica positiva, classificando bem a digressão, analisando o estilo de cada concerto realizado, tendo em conta a actuação em cada país.[98]

2008: Good Girl Gone Bad: Reloaded

A Junho de 2008, foi relançado o terceiro álbum de estúdio, intitulado Good Girl Gone Bad:Reloaded.[100] Incluiu as doze faixas padrão mais três faixas inéditas.[100] "Take a Bow", que ficou em primeiro lugar por uma semana na Billboard Hot 100 tornando-se seu terceiro número um na tabela,[101] "If I Never See Your Face Again" uma edição especial para o relançamento dos álbuns de Rihanna e Maroon 5, e em terceiro "Disturbia", canção escrita por Rihanna e Chris Brown que alcançou o topo da Billboard Hot 100 durante duas semanas..[102] Além de três faixas inéditas, a edição especial que traz o lançamento do primeiro álbum de vídeo da cantora, contendo ainda as faixas da versão original do álbum, como "Umbrella" e "Don't Stop the Music". O relançamento do álbum, fez com que este subisse da posição #124 para #7, numa semana na Billboard 200, devido ao ter vendido 63.000 cópias numa semana.[103] Mas o lançamento das três novas faixas também bateram recordes na Billboard, como ter conseguindo colocar dois singles no Top 5 por três semanas consecutivas "Take a Bow" (#2, #4 e #4) e "Disturbia" (#4, #3 e #2) , recorde que até então só as cantoras Mariah Carey, Madonna e Ashanti haviam conseguido, e ainda de maior subida com o single "Take a Bow", da posição #53 para a #1.[104][105] Devido às vendas nos Estados Unidos, que ultrapassaram dois milhões de cópias vendias,[77] foi atribuída tripla platina ao álbum.[44] Foi lançado o Good Girl Gone Bad: Reloaded Deluxe Edition, uma nova versão do Reloaded, que contém as doze faixas iniciais, as três relançadas e mais uma, "Cry", num conjunto de dois discos.[106]

2008: Good Girl Gone Bad Live

Ver artigo principal: Good Girl Gone Bad Live

Para tornar numa edição especial o relançamento, foi lançado juntamente ao álbum, o seu primeiro álbum de vídeo, Good Girl Gone Bad Live.[107] O concerto em Manchester Evening News Arena em Manchester, Inglaterra, a 6 de Dezembro de 2007, foi gravado e convertido em DVD[108] e em Blu-ray,[109] incluindo também um documentário que acompanhou o percurso de Rihanna e da sua banda durante as viagens da digressão.[110] O canal britânico Channel 4, no dia de Natal, transmitiu esse mesmo documentário.[110] Foi lançado a 17 de Junho junto com o Reloaded[107] e, na primeira semana, no Brasil vendeu mais de 20.000 cópias,[111] e não só, o álbum de vídeo conseguiu também entrar em grandes tabelas, como a Billboard,[112] como também teve resultados positivos, vendendo três milhões de vendas em todo o mundo e acabou por ser certificado como ouro.[113] Foi ainda nomeado para a cerimónia 51º Grammy Awards na categoria de "Best Long Form Music Video". [114]

2009: Good Girl Gone Bad: The Remixes

Em Janeiro de 2009, foi lançado um álbum de remixes, a partir do álbum original, Good Girl Gone Bad, intitulado Good Girl Gone Bad: The Remixes. Contém remixes, nunca antes lançados.[115] São faixas de rádio editadas[116] faixas como "Umbrella", "Disturbia" e "Don't Stop The Music" com mistura dance, editado nos EUA, correndo alguns países da Europa, incluídas num álbum que já entrou em três tabelas musicais da Billboard, entrando directamente para a posição #106 da Billboard 200.[117] Para tornar oficial o lançamento, a editora, Def Jam, revelou para nono single original, "Breakin' Dishes".[118] Embora anteriormente tenha entrado na tabela de outros países, como single[119] nomeadamente na Billboard Hot 100.[7]

2009: Caso de violência doméstica
Rihanna e Chris Brown na digressão Rihanna Live in Concert, em 2008, cantando uma cover do single "Umbrella" feita pelos dois cantores.

A 8 de Fevereiro de 2009, a cantora iria fazer uma actuação na cerimónia 51st Grammy Awards, mas no entanto teria sido cancelada, supostamente devido a um acidente de viação.[120]
Logo a seguir foi dada a notícia que Chris Brown, namorado de longa data,[121] teria agredido Rihanna, recorrendo a socos, pontapés e mordidas, facto que teria levado a cantora ao hospital.[122]
A respeito deste episódio, a actriz Jessica Alba fez relevância aos casos actuais de violência doméstica, precisam de mais atenção, a fim de que possam ser combatidos de modo mais eficiente.[121] Foi aberta uma investigação para apurar o que realmente teria acontecido naquela noite.[123] A 5 de Março, Chris Brown teve a sua primeira audiência, e foi julgado por ter agredido a cantora. O advogado da cantora afirmou que esta, não queria qualquer tipo de protecção em relação ao cantor.[124]

A Maio de 2009, alegadas fotos da cantora nua teriam sido colocadas na Internet.[125] Ainda sem certezas de que fosse a cantora nas fotografias, existiram rumores que a sua editora, Def Jam tinha pedido para que o material fosse retirado da Internet.[126] Mesmo assim, foram contadas outras versões da história, como o facto das fotografias não serem da cantora. Foram procurados editores de imagem, que teriam comparado fotos da altura da cantora, e teriam notado a ausência de tatuagens.[127][128] No decorrer do mês de Maio, foram colocadas fotos constrangedoras do cantor, que alegadamente teria sido a cantora Rihanna a colocar na rede.[129]

No final do mês Maio, ocorreu a quarta audição do caso de violência doméstica, e ficou marcada uma quinta audição para ouvir os testemunhos, incluindo Rihanna, que testemunhou na audiência preliminar, dando seguimento ao julgamento.[130][131] O cantor confessou que tinha agredido a ex-namorada, sendo condenado a cinco anos de liberdade condicional e seis meses de trabalhos comunitários.[132][133][134] Foi ainda advertido que se não se mantivesse numa distância de cinquenta metros da cantora e se não cumprisse o acordo no tribunal, poderia ser condenado a quatro anos de prisão de regime fechado.[132][133]

2009 — presente: Quarto álbum de estúdio

A cantora já confirmou estar em estúdio a gravar o seu quarto álbum de originais.[135] Numa entrevista recente terá dito que definitivamente seria lançado em 2009. Revelou ainda que o álbum teria o alinhamento de singles como "Disturbia" e "Shut Up And Drive", sem esquecer a "essência do R&B".[135] Uma das músicas anunciadas a colocar é "Hatin' On The Club", faixa que teria ter sido integrada no Good Girl Gone Bad: Reloaded, mas foi retirada sem explicação aparente.[136] Depois do caso de agressão,[121] está de volta ao estúdio para gravar o seu quarto álbum de estúdio.[137] Adonis Shropshire, produtor musical que irá trabalhar no novo álbum, disse numa entrevista que a cantora estava de volta a estúdio, determinada a gravar o seu novo álbum.[138]

Características musicais
Rihanna ao vivo na digressão, Glow In The Dark Tour, numa das suas actuações.

Com o seu primeiro single em 2005, "Pon De Replay", prometia ser uma cantora com fortes influências na música dance.[139] Continuou nesse mesmo género até 2006, em que lançou o seu primeiro single de A Girl Like Me, "SOS", que surpreendeu com as capacidades para o pop e dance-pop.[140] Ainda em 2006, mostrou que também sabia fazer baladas com "Unfaithful" e desde aí ficou como uma das cantoras mais versáteis no mundo da música.[39]

Mas foi em 2007 que mostrou realmente o seu género predominante, o R&B. Com "Umbrella" e o seu terceiro álbum, Good Girl Gone Bad, a artista afirmou ter encontrado o género do qual quer continuar a fazer música dele.[140] Mais uma vez iria surprender com Shut Up And Drive, mostrando que também tinha "garra" para o Rock e Pop-Rock.[140] Seguiu-se um single totalmente dance, "Don't Stop The Music" e mais um som R&B, "Hate That I Love You". No fim do ano 2007 foi então honorificada a "Rainha do R&B".[141] Com o lançamento do Good Girl Gone Bad: Reloaded, não deixou R&B de lado, e lançou em Março, "Take a Bow".[140] Passado pouco tempo, Rihanna juntamente com Maroon 5, lançou "If I Never See Your Face Again", música com tendência Pop-Rock.

Poucos meses depois, lançou "Disturbia", música R&B, com estreias no synthpop.[140] Finalizando 2008, mais uma música R&B, "Rehab". [140] Segundo as demos lançadas, para 2009, promete continuar no R&B mas soltando o seu estilo mais rock, punk, dance e synthpop.[135]

Tema e estilo musical

O estilo musical tem vindo a mudar entre cada dos três dos álbuns lançados pela cantora.[142][143][144] No início da carreira, em 2005, foi marcada como uma cantora de género reggae, com estilo pop, R&B, dance, pop rock e dancehall.[140] Com o lançamento do seu álbum de estreia "Music of the Sun" acompanhado do single de estreia "Pon de Replay", Jason Birchmeier do AllMusic considerou a cantora com credenciais dance-pop, com ritmos urbanos.[140] Disse também que a cantora misturava ritmos, desde de dance com pop a reggae com R&B.[145] Durante o lançamento do álbum, existiram críticas negativas, que o som e as batidas eram semelhantes às das músicas da cantora Beyoncé.[146][147][148] A média fez comparações negativas à música,[146] aos videoclipes e às actuações[149][150] e até à semelhança na imagem com a cantora Beyoncé.[151][152] Entre outros grupos dos média que afirmaram que Rihanna teria mais capacidades que Beyoncé.[153]
Rihanna ao vivo em Manila, nas Filipinas, durante a sua digressão Rihanna Live In Concert.

Depois do lançamento do terceiro álbum Good Girl Gone Bad, os média e os críticos mudaram as opiniões quanto às credenciais, música e imagem da cantora.[154] Kelefa Sanneh do The New York Times descreveu a canção "Umbrella" como uma canção com estreias reais em R&B, misturando com batidas de hip hop e R&B, com óptimas misturas de teclado e uma excelente voz feminina de Rihanna à mistura.[155] O tema e o estilo musical da cantora tem mudado desde do álbum de estreia, establecendo credenciais pop e transformando a sua música em R&B, com misturas no rap, no dance, reggae, dancehall e até no rock.[156][157] O conceito do seu terceiro álbum de estúdio foi encontrar um novo sentido, com a ajuda de produtores como Timbaland, Will.I.Am e com eles mudar o seu estilo de composição de música.[158] Durante a gravação do álbum, Rihanna disse que queria continuar a ver as pessoas dançar ao ritmo das suas músicas, mas desta vez num nível mais elevado.[156] Até comentou durante as sessões de gravação:[156]
Eu sinto-me diferente em cada álbum, e nesta fase eu sinto que gosto de fazer músicas diferentes.
— Rihanna - 2007,MTV.

[156]

Além disso, a cantora, com a ajuda do compositor Ne-Yo, conseguiu alcançar novas estreias no género rock, com músicas como "Shut Up And Drive" e "Kisses Don't Lie".[51] Ao contrário dos outros dois primeiros álbuns, o terceiro assenta numa batida de R&B entre outros géneros,[159] incluindo baladas, mas perdendo mais a batida reggae.[160] Os seus singles estableceram difrentes géneros, desde do pop ao rock, incluindo batidas reggae, dance, dance-pop, rock, R&B, rap, misturando muitas das vezes vários tipos e géneros de música num só single e num só álbum.[161][162]

[editar] Influências

Cita como sua maior influência a cantora Mariah Carey, cuja uma das suas canções foi alterada e cantada por Rihanna no concurso da escola em 2004:[35]
Olhei para a Mariah, muito mesmo! Admiro-a muito como artista, e competir com ela foi um momento que jamais esquecerei.
— Rihanna - 2005, numa entrevista à MTV.

[163]

A cantora afirmou que a primeira música de Mariah, "Vision of Love", tinha tido um grande impacto na vida dela.[164][165] Rihanna também cita como influência a cantora Beyoncé Knowles,[166][167] e ainda como fonte de inspiração para o início da sua carreira musical.[168] Outras influências musicais citadas são os músicos Bob Marley, Alicia Keys, Whitney Houston, Destiny's Child, Celine Dion,[169] Brandy e Gwen Stefani.[31][165][169]

Também é influenciada pela música caribenha e por um amigo e colega de editora, Fefe Dobson que é alguém que Rihanna diz admirar como cantor, compositor e ainda durante as suas actuações.[169][170][171] Numa entrevista à AOL, Rihanna afirmou que mesmo tendo nascido em Barbados, cresceu a ouvir música reggae, e quando se mudou para os Estados Unidos ficou exposta a diferentes tipos de música.[164] A cantora também se diz influenciada pela cantora pop Madonna, devido à sua habilidade e capacidade de reinvenção, e espera ser tão bem sucedida como ela.[172]

Videografia
Plano de uma das actuações de Rihanna.

George Epaminondas da revista InStyle considera os videoclipes "cinemáticos", misturando ritmos e géneros musicais, com "toques sensuais".[173] O primeiro vídeo da cantora, "Pon de Replay", num cenário de discoteca, misturava a música caribenha com o R&B, com ritmos dançantes, a canção ilustrava o comportamento numa discoteca ou em bares.[174][175] "If It's Lovin' That You Want", segundo, mostrava o ambiente das praias havaianas, novamente com ritmos dançantes, a cantora no vídeo veste-se a rigor do Hawai.[176] Continuando com as misturas musicais, neste caso, reggea com R&B, "SOS", novamente um vídeo muito dançante em que a cantora dança sozinha e acompanhada.[177] Existindo outra versão, patrocinada pela Nike, em que a cantora dança num ginásio com bailarinas, em que algumas cenas se transforma numa discoteca, cheia de luzes.[178] "Unfaithful" o primeiro ritmo balada, como o género de música exige, o cenário é mais variado e de acordo com o estilo.[179] Voltando ao estilo caribenho e dançante, "We Ride", alterna novamente o cenário, para paisagens ambientais, de bares e discotecas.[180]

Em 2007 o estilo dos vídeos mudaram com "Umbrella", que passou a misturar o R&B com Hip hop, alternando cenários dentro de uma casa e num estúdio, sem deixar a dança de lado.[181][182] Seguindo a inovação, "Shut Up And Drive", altera o estilo para rock mostrando uma face desconhecida até então da cantora, alternando os cenários para garagens com carros e até a aparência da banda da cantora.[183][184] "Don't Stop The Music" recorda a música dançante de Rihanna, num cenário total de discoteca, a cantora dança novamente sozinha e acompanhada, mostrando totalmente o ambiente de uma discoteca.[88][185] "Hate That I Love You" relembra o vídeo de "Unfaithful", misturado com R&B, o cenário alterna entre as ruas e um hotel.[186][187] No mesmo seguimento, "Take A Bow", onde os cenários da suposta casa da cantora e a rua se alteram, mostrando partes da cantora a conduzir um carro, como em "Shut Up And Drive".[188][189][190] No seguimento de mudança e do relançamento do seu terceiro álbum, "Disturbia" mostra um cenário totalmente contorbado e sinistro, envolvendo aranhas e cenários de jogos mortais.[191][192] O vídeo alcançou a posição número cinco na lista "Top Five Most Paranoid Music Videos" elaborada pelo canal televisivo MTV.[193] "Rehab", volta a misturar o R&B com balada, num cenário de deserto e caravanas, em que a cantora e o cantor Justin Timberlake, que teve uma participação especial no vídeo, contam a sua história enquanto suposto casal.[194][195][196]

Estilo e imagem pública
Rihanna ao vivo no Brisbane Entertainment Center em 2008.

A revista New York Magazine citou o olhar precoce e capacidade de mudança tão fácil de visual da cantora.[197] Desde do lançamento do seu terceiro álbum, Good Girl Gone Bad, várias revistas têm considerado a cantora como uma "sex symbol" a parte de outras estrelas de R&B,[198] optando por um design vestuário de cultura.[199] Sonya Magett do Black Voices reportou que o estilo da cantora Rihanna vinha sendo habitual, desde há quatro anos, início da carreira,[200] ficando espantada com o vestuário e adereços utilizados pela cantora na red carpet das cerimónias musicais.[201][202] A revista People Magazine colocou a cantora na lista das estrelas mais bem vestidas de 2008.[203] Em 2009, a revista Glamour Magazine posicionou a cantora na posição cinquenta, de uma lista de setenta mulheres mais glamorosas, citando o estilo de "rockstar" de Rihanna, o seu estilo geral, e a forma de vestuário da cantora.[204][205]

Em 2007, ficou em oitavo numa lista elaborada da Maxim Magazine, 2007 Hot 100 list, na décima quinta posição na lista de 2008 e em oitavo novamente em 2009.[206][207][208] A Junho de 2007, a cantora foi nomeada "Venus Breeze's Celebrity Legs Of A Goddess" pela marca Gillette[209] Margeaux Watson do Entertainment Weekly escreveu um artigo intitulado "Rihanna: Diva of the year" que refere toda a carreira positivamente sucedida ao longo do ano 2008.[210] Em 2009, a revista Gentlemen's Quarterly, elegeu a cantora como vencedora da lista das cem mulheres mais sensuais.[211] Em Portugal, na revista FHM, a cantora posicionou-se em sexto lugar em 2009 e em trigésimo primeiro no ano anterior de 2008.[212]

As tatuagens têm chamado a atenção da media.[213] Uma das suas primeiras tatuagens foi uma nota musical no seu tornozelo e o símbolo do singo de Peixes por detrás da sua orelha direita.[213][214] A tatuagem mais visível é um conjunto de estrelas nas costas da cantora, formada por duas tatuagens.[214][215][216] No total a cantora tem doze tatuagens,[214][216][217][218] Incluíndo a data de nascimento da melhor amiga no ombro, uma estrela na cartilagem da orelha, uma expressão "Shhh…" no dedo, uma caveira no tornozelo, uma escritura na nuca, e uma pistola de lado na barriga.[219][220] A sua última tatuagem tinha sido planeada para ser abaixo dos ombros, mas acabou por ser feita de lado da caixa torácica.[221] Embora a cantora tivesse receio de ser criticada pela sua nova tatuagem,[222][223][224] BangBang, o tatuador, foi rápido a justificar o significado da tatuagem, que simboliza a "força e o poder".[225][226][227][228]

Relaçoes com barbados

Na comercialização do seu país, existe um grande envolvimento por parte da cantora.[229] A cantora começou a colocar a bandeira e o tridente do país nos seus videoclipes, incluindo nas embalagens do seu álbum A Girl Like Me.[229] A cantora tornou-se o rosto do turismo no país, até mesmo em anúncios publicitários.[230] Actualmente, é citada como embaixadora da Cultura e da Juventude de Barbados, inclusive foi honrada em 2008 com um feriado nacional chamado "Dia Nacional da Rihanna", que ocorre a 21 de Fevereiro de todos os anos, por ser o aniversário da cantora.[230] Para agradecer a honra, Rihanna falou sobre o seu país no discurso de agradecimento pelo recebimento do Grammy em 2008.[231]

A cantora está sistematicamente ligada à comercialização do seu país e inclusive colabora com o governo de Barbados, mas por vezes existem críticas a Rihanna, desde da sua música, ao seu sucesso e até o seu vestuário.[232][233] A embaixadora pronunciou-se sobre as críticas:
Fui para a praia e eu tinha em um maiô com uma peça de jeans, tiraram fotografias e fizeram parecer com que estivesse de top que revelava as minhas partes mais íntimas. Havia até programas de rádio sobre o assunto. Foi um grande negócio, pelo menos no espaço de três semanas - Não estou falando de um cenário de bom exemplo
— Rihanna - 2007 - declarou sobre as críticas a ela dirigidas.

[234]

Também mencionaram o facto de acharem a cantora demasiado nova para trabalhar com a Def Jam, fazendo dela um sex-symbol e ajudando-a a crescer musicalmente.[235] Os média, principalmente, o jornal The Daily Nation, tem mostrado a sua posição de desencorajamento à cantora.[236] A cantora falou sobre a falta de apoio numa entrevista ao Entertainment Weekly:
"Eles" todos me odeiam. Eu não tenho que falar sobre ninguém. Eu não tenho que dizer que ainda sou de Barbados. Mas eu faço as pessoas agradecerem é um dado adquirido. Odeiam-me. Falam merda sobre mim o tempo todo. Mas eu gosto, "Como queiram. continuo a fazer o que quero por que gosto e quero, e ninguém me vai impedir.
— Rihanna - 2007 - declarou ainda.

[31]

Sobre estas palavras, o jornal sublinhou que a cantora não era insubstituível e que Barbados já se encontrava no mapa antes da cantora nascer e quando morrer continuará lá.[237][238] O seu amigo e produtor Evan Rogers expressou a sua indignidade sobre as criticas lançadas à cantora, e explicou que é infeliz existirem tipos de pessoas assim.[239]

Discografia

Ver página anexa: Discografia de Rihanna

Foram lançados três álbuns de estúdio, um álbum de remixes e um álbum relançado.[240] Lançou também dezesseis singles, quinze videoclipes,[240] um extended play e um álbum de vídeo, além de participar num outro.[241][242] A cantora também teve as suas músicas incluídas em vinte sete compilações.[243][244]

Os álbuns da cantora interpretam diversos estilos musicais diferentes, como R&B, rap, reggae e dance, mas também os mistura.[2] O seu álbum de estreia, Music of the Sun, lançado com a ajuda da editora Def Jam, mistura os géneros dance, com R&B e reggae, tal como o seu primeiro single "Pon de Replay".[39] O seu segundo álbum, A Girl Like Me, tem um estilo tropical, mas contém também estilos urbanos e pop.[245] A Junho de 2007, Rihanna lançou o seu terceiro álbum de estúdio, Good Girl Gone Bad, que assume um estilo total de R&B, com influências dance, reggae, rock e electro.[154] Em números, cinco dos singles do álbum, Good Girl Gone Bad, terá vendido mais de cinco milhões de cópias, ou seja, "Umbrella", "Don't Stop The Music", "Shut Up And Drive", "Take A Bow" e "Disturbia".[246]

Também participou noutros singles, como por exemplo o de lançamento da banda J-Status, "Roll It".[247] Juntamente com outras cantoras de R&B, como Mariah Carey, Mary J Blige e Beyoncé, fez uma canção para uma actuação especial, "Just Stand Up".[248] Outra das participações da cantora foi "Live Your Life" com o rapper T.I..[249] Foi lançado como single com videoclipe e foi atribuída cinco platinas à canção.[250] Em 2009, a cantora fez uma participação especial no videoclipe do single do cantor Kanye West, "Paranoid".[251]

Hotness é um EP, ou álbum não oficial, lançado a 8 de Março de 2008 na internet,[252] contém faixas exclusivas, embora nenhuma delas tenha sido single. Alguma das faixas, como "Roll It" e "Throw Your Hands Up", entraram nas tabelas de alguns países.[247][253]

Prémios

Ver página anexa: Prémios e indicações recebidos por Rihanna

Vencedora de um Grammy, em 2008 na categoria "Best Rap/Sung Collaboration" com o single "Umbrella".[10] O seu álbum de estreia, Music of the Sun, e o seu single de estreia, "Pon de Replay", ganharam ambos dois prémios no "Barbados Music Awards" em 2006.[254] O mesmo aconteceu em 2007, com o seu segundo álbum, A Girl Like Me e o seu single "Unfaithful", entre outros prémios singulares.[255] Nos MTV Europe Music Awards, em 2006, a cantora venceu a categoria de "Best R&B Act"[256] e em 2007 na categoria "Ultimate Urban".[257]

Ainda em 2007, ganha dois prémios nos " MTV Video Music Awards" com o single "Umbrella".[258] Entre outros prémios, como três "American Music Awards"[259][260] e dois World Music Awards.[261] O seu terceiro álbum, Good Girl Gone Bad também ganhou prémios, entre eles nos "Juno Awards" na categoria "Internacional Album of the Year"[262] Os seus prémios são classificados nas categorias dos géneros R&B, Hip hop, rap, pop e rock.

Em 2009, foi nomeada para os Grammys, com nomeação em três categorias, embora não tenha vencido nenhuma,[263] o mesmo não aconteceu com outras cerimónias, MTV Australia Music Awards e International Dance Music Awards, que venceu com os singles, "Disturbia" e Live Your Life".[264][265] A meio do ano de 2009, mais propriamente em Julho, venceu duas categorias na cerimónia Urban Music Awards, que premia a indústria de género R&B ou urbana.[266] Venceu nas categorias Best Music Video com o single Rehab e Best Female Act.[267]

Certificações

Com certificações de ouro e platina, a organização que mais atribuiu galardões à cantora foi a RIAA,[44][113] Recording Industry Association of America, seguindo-se a ARIA,[268] Australian Recording Industry Association. O álbum de estreia, Music Of The Sun, foi platina no Canadá[269] e ouro nos Estados Unidos.[44] O seu segundo álbum, A Girl Like Me foi platina na Austrália[268] e no Canadá,[270] e a RIAA atribui ouro e platina ao álbum.[44] O álbum mais certificado da cantora foi o terceiro, Good Girl Gone Bad, com certificação de tripla platina na Austrália,[271][272] Canadá[273][274] e Estados Unidos,[44] dupla platina na Nova Zelândia,[275] ouro e platina no Brasil[276] Para encontrar todos os resultados neste site, terá de colocar na pesquisa o nome do artista, neste caso "Rihanna", e ouro em Portugal.[277]

Quanto a singles, "Pon de Replay, obteve dupla platina na Austrália,[278][279] ouro e platina nos EUA[44] e ouro na Nova Zelândia.[280] O segundo single de carreira, "SOS", com platina na Austrália,[279] ouro e platina nos EUA[44] e no Brasil.[276] "Unfaithful" obteve um ouro pela ARIA[281] e dois ouros e uma platina pela RIAA.[44] O single seguinte "Umbrella" foi platina na Austrália,[281] ouro e platina no Brasil[276] e na Nova Zelândia,[280] ouro e quadrupla platina nos EUA.[44] "Shut Up And Drive" foi ouro na Austrália[281] e ouro e platina nos EUA[113] e no Brasil.[276] "Don't Stop The Music" foi o quarto single certificado com uma platina na Austrália,[281] ouro e platina na Nova Zelândia[280] e no Brasil,[276] ouro e tripla platina nos EUA.[44][113] Seguindo-se "Hate That I Love You", obteve ouro na Austrália,[282] ouro e platina nos EUA,[44] no Brasil[276] e na Nova Zelândia.[280]

Já em 2008, "Take A Bow", foi certificado com platina na Austrália,[282] duplo ouro e dupla platina nos EUA[44][113] e ouro e platina na Nova Zelândia.[280] O último single do relançamento do terceiro álbum de estúdio de Rihanna, "Disturbia", obteve platina na Austrália,[282] ouro na Nova Zelândia,[280] e dois ouros e seis platinas nos EUA.[113] "Rehab", o último single, foi certificado com ouro na Nova Zelândia.[280] Ainda o seu primeiro álbum de vídeo, Good Girl Gone Bad Live foi certificado com outro nos EUA[113] e no Brasil.[276]

Digressões
Bilhetes de entrada no concerto de Rihanna e Chris Brown em 2008, em digressão.

Em 2006, foi convidada pela primeira vez para a sua primeira digressão, intitulada Rock Tha Block Tour, juntamente com o cantor Akon e Jay-Z.[283] Ainda em 2006 embarcou noutra digressão, convite da banda Pussycat Dolls.[284] A digressão, PCD World Tour teve inicio a 26 de Julho de 2006 e término a 6 de Fevereiro de 2007, com actuações na Europa, na América do Norte e na Ásia, perfazendo sessenta e seis concertos no total.[285] A cantora Christina Aguilera e o grupo Black Eyed Peas apoiaram na América do Norte e a Rihanna no Reino Unido e alguns países da Europa.[286][287]

Na metade do ano de 2007, depois do lançamento do seu terceiro álbum de estúdio Good Girl Gone Bad e para o promover, fez a sua primeira digressão a solo, The Good Girl Gone Bad Tour.[288] Consistiu em actuações na Europa, na América do Norte, América do Sul, no Japão, na Nova Zelândia, na Austrália e na Ásia, no total setenta e três concertos pelo mundo inteiro, originando também um álbum de vídeo, Good Girl Gone Bad Live e estendeu-se até 2008.[289][290][291][292][293] No fim da sua digressão, Rihanna foi convidada para a digressão Glow In The Dark Tour do cantor Kanye West.[294] Incluiu as participações de Lupe Fiasco, N.E.R.D e Nas.[295] Começou a 16 de Abril de 2008 em Seattle, Washington, viajando pela América Latina, Ásia, Europa, Nova Zelândia e Austrália até ao início de Dezembro.[296] A digressão teve participações especiais e surpresa de artistas como, Girls Aloud, Gnarls Barkley and Jay-Z. Chris Brown também fez algumas aparições em alguns dos concertos, para cantar com Rihanna, o remix do single "Umbrella", e como dançarino com os N.E.R.D., em países diferentes, a digressão teve término ainda no ano 2008.[294]

A segunda digressão a solo da cantora Rihanna Live in Concert, contou com a companhia do cantor Chris Brown.[297] Consistiu em concertos na Austrália, Cingapura e Filipinas, sendo catorze actuações no total.[297] Durante um concerto na Austrália, a cantora sentiu-se indisposta e teve de abandonar o palco, deixando a cargo o término da actuação ao cantor que a acompanhava na digressão.[298]

Filmografia e projectos futuros

Em 2006, teve uma participação especial no filme 'Bring It On: All or Nothing, lançado a 8 de Agosto de 2006.[163][299] Foi a partir desse filme, que surgiu a curiosidade cinematográfica da cantora.[163] Em 2007, a cantora foi convidada a participar num filme chamado Mama Black Widow, com o papel de "Carol", uma filha negada à nascença com o objectivo de regressar e vingar-se da sua família.[26] Também foi indicada para o remake do filme The Last Dragon,[27][300] para o novo filme Charlie's Angels[301] e ainda para "X-Men 4".[302]

De acordo com o Daily News,[303] depois de ter tido aulas de representação, incluindo para protagonizar no novo vídeo do single de Kanye West, "Paranoid",[304] foi feito um convite para entrar no novo filme Personal Protection, que começa a ser filmado este ano para estrear nos cinemas em 2010.[301][303][305]

Publicidade e averbamentos
Rihanna Glow In The Dark Tour, 2008.

Em Outubro de 2005, consegui o seu primeiro contracto de averbamento com a marca Secret Body Spray,[306] para patrocinar a cantora na sua primeira digressão.[307] Assinou ainda outros contractos com a marca Nike, que patrocinou a gravação de uma segunda versão do vídeo do single "SOS".[308] A cantora também assinou contracto com a Clinique para promover a sua fragância, "Happy".[69]

A 2007, tornou-se modelo da marca de cosméticos Cover Girl[309][310] e já lançou quatro anúncios publicitários.[311][312] Com o lançamento de "Umbrella" a Cover Girl quis assinar contracto com a cantora e promoveu o seu videoclipe:[313]
Eu adorava maquilhar-me, e desde pequena que sempre sonhei em tornar-me uma "Cover Girl"
— Rihanna - 2007

[313]

Com o single "Umbrella", que obteve recordes nas tabelas britânicas,[314] foi assinado um contracto com a empresa Totes[315] para lançar uma colecção de guarda-chuvas personalizados, desenhados pela cantora.[315] Estão disponíveis no mercado cinco modelos diferentes.[315] A idéia de lançar o produto partiu dos fãs da cantora que, fazem coreografias de sua música usando guarda-chuvas.[316]

Em Dezembro de 2008, com a assinatura do contracto com a Gucci, malas e acessórios da colecção "Tattoo Heart Collection", formam lançadas, com a realização de Rihanna.[317][318][319] A 8 de Abril de 2009, foi anunciado que Rihanna, juntamente com os cantores Jay-Z e Kanye West, vão lançar uma frangância, licensiada pela empresa "Iconic Fragrances".[320] O perfume irá ser lançado no Verão de 2010.[321][322]

Solidariedade
Rihanna ao vivo em Manila nas Filipinas, 2008.

A cantora criou uma fundação em 2006, "The Believe Foundation", cujo objectivo é proteger e ajudar as crianças com doenças terminais e não só.[323][324] Ajudou ainda a advogada Lisa Gershowitz Flynn, que mora Estados Unidos, a encontrar uma medula compatível para se curar de um cancro.[325] O resultado foi a chamada de atenção de milhares de pessoas e por conta disso, a DKMS recebeu mais de 5.000 mil telefonemas e e-mails, 2.000 deles de pessoas que se registraram como novos doadores.[325]
Solidária filantrópica, a cantora também fez uma participação especial em "Just Stand Up", uma música para a cura do cancro feminino, ao lado de cantoras como Mariah Carey, Mary J Blige, Miley Cyrus, beneficiando a fundação "Just Stand Up".[326][327] O programa de TV beneficente Stand Up To Cancer ajudou a arrecadar mais de 100 milhões de dólares para pesquisas contra o cancro.[328][329]

A meio do ano de 2008, juntou-se à H&M, juntamente com outros artistas como Timbaland e Good Charlotte, que desenhou uma colecção de roupa com a ajuda da cantora para a luta contra a SIDA avaliada em mais de 1,5 milhões de euros.[330] A causa foi baptizada por "Moda contra a SIDA".[330]

Ainda em 2008, aceitou a proposta da Gucci, grava um anúncio comercial para a colecção.[331]
Eu sempre fui fã da Gucci, especialmente das bolsas. Mas estou muito feliz, principalmente pelo projeto que eles estão fazendo com a UNICEF. Como uma artista, eu me sinto no dever de ajudar para um mundo melhor. Estou muito feliz de estar fazendo parte disso tudo
— Rihanna - 2008 - declarou sobre a sua campanha para a Gucci.

[331]

Segundo o director criativo da Gucci, a cantora foi escolhida para representar a marca por ser um "ícone", por ser uma pessoa mais nova e moderna.[332]
A campanha foi em benefício da UNICEF, a campanha consistiu na cantora ter sido fotografada, com os acessórios da Gucci, os quais 25% das vendas dos produtos publicitados beneficiaram as crianças necessitadas.[333] Com a venda de pequenas sacolas, apresentadas no anúncio publicitário de Rihanna e na "4th Gucci Campaign to Benefit UNICEF", com a presença de artistas como Madonna, a venda das mesmas reverterá a favor das crianças de Africa[334]

Em 2009, voltou a ajudar uma menina inglesa com seis anos de idade que estava à espera de um transplante de medula óssea. [335][336][337]
Quando vi o vídeo dela, fiquei de coração partido. É tão injusto que para um paciente negro seja muito mais difícil encontrar um dador de medula óssea compatível

Beyoncé


Beyoncé Giselle Knowles (Houston, 4 de setembro de 1981)[1] é uma cantora, dançarina, compositora, arranjadora vocal, produtora e atriz estadunidense.

Suas músicas combinam, desde o Destiny's Child, a essência do R&B contemporâneo com inclinações para o funky/soul, gerando um som com tendência substancialmente Pop. Além de trabalhar no mundo da música, Beyoncé também atua, tendo sido recentemente indicada ao prêmio Globo de Ouro de melhor atriz de musical ou comédia por seu trabalho no filme Dreamgirls. A diva construiu um verdadeiro império com o seu talento. Além de estrelar em filmes, já venceu dez prêmios Grammy e vendeu mais de 20 milhões de discos.[2] Em 2007, foi considerada pela revista People a celebridade feminina mais bem vestida de Hollywood.[3] Beyoncé é casada com o rapper e empresário norte-americano Jay-Z.


Biografia

Beyoncé Knowles é a filha mais velha de Mathew Knowles, afro-americano, e Tina Beyoncé,[4] mestiça (ascendência europeia, africana e índia). Seus avós maternos, Lumis Albert Beyincé e Agnéz Deréon, eram da região francófona da Louisiana.[4] Seus pais decidiram que seu primeiro nome seria uma homenagem ao sobrenome de solteira de sua mãe. Sua irmã, Solange Knowles, é atriz e cantora.

Ela foi criada em uma pequena fazenda nas cercanias de Houston (Texas), onde a cantora começou a carreira no coral da Igreja Metodista Unida de San Juan, na qual foi batizada.[5]

Aos sete anos ganhou um prêmio de mérito escolar pela versão da canção Imagine de John Lennon. Ao ver que a intenção de Beyoncé e de Kelly Rowland, de dedicar-se à música era séria, Mathew Knowles, o pai de Beyoncé, começou a buscar um selo musical.[5] Ele largou seu emprego muito bem pago para empresariar o grupo. Essa decisão afetou a família inteira. A renda deles foi reduzida à metade, e tiveram que mudar-se para dois diferentes apartamentos. Quando o grupo assinou com a Columbia em 1996, deu à família uma segunda chance de fazer as coisas se tornarem realidade.

Enquanto adolescente, Beyoncé estudava na "High School for the Performing and Visual Arts", em Houston, onde mostrou seus talentos musicais. Mais tarde, ela foi à Alief Elsik High Shool, também em Houston.

Destiny's Child

De 1990 a 2005, Beyoncé fez parte do grupo feminino Destiny's Child.[6] Como grupo, Beyoncé e suas companheiras LeToya Luckett e Latavia Roberson e posteriormente com Kelly Rowland e Michelle Williams venderam mais de 50 milhões de álbuns no mundo inteiro.
Beyoncé durante a turnê "The Beyoncé Experience", cantando Independent Women Part I.

Matthew Knowles lançou a carreira do grupo que sua esposa – dona de um salão de beleza – batizou com o nome de Filho do Destino (Destiny's Child), em um dia que estava lendo a Bíblia. O significado de Child, no nome do grupo, ao contrário do que muitos pensam, não é Filhas, mas Filho: porque representa uma pessoa, que é Deus.[5]

As Destiny's Child tinham, originalmente, um contrato com a gravadora Elektra, em 1995, mas foram demitidas antes que pudessem lançar seu primeiro albúm. O quarteto assinou com a Columbia Record no ano seguinte. Seu primeiro hit de sucesso foi lancado em 1998: "No, No, No Part 2". O álbum de estréia do grupo, que tinha o nome de "Destiny's Child" foi lançado em 1998. O segundo álbum, "The Writings On The Wall" (As Escrituras no Muro), lançado em 1999, teve dois hits qque foram escritos por Beyoncè: "Bills, Bills, Bills" e "Say My Name". Pouco depois começam as críticas das outras componentes do quarteto, que se vêem apagadas pelo favoritismo que o pai de Beyoncé conferia a sua filha e sua prima Kelly..[5]
Destiny's Child em 2000, cantando a música Say My Name, durante a turnê Destiny Fulfilled ... And Lovin' It.

Após isso, duas integrantes saíram do grupo e o grupo entrou em uma pausa que duraria três anos, durante a qual as componentes se concentraram em suas carreiras solo. Em 2004, Knowles se uniu novamente à Williams e Rowland, para que pudessem gravar seu quarto álbum de estúdio, Destiny Fulfilled. O título do disco sugere que Destiny Fulfilled (algo como destino cumprido) seja o último álbum do grupo.

Em outubro de 2005, o grupo lançou seu último disco, chamado Baby, incluindo todos os seus sucessos. A coleção de melhores hits também inclui três novas faixas, como Stand Up For Love (Hino do Dia Mundial da Criança de 2005). O álbum estreou em primeiro lugar no Billboard 200 álbum chart, e em sexto no UK Top 75 chart.

Carreira solo

No outono de 2002, Knowles fez uma participação especial na música "'03 Bonnie & Clyde" do rapper Jay-Z (que era seu namorado à época). Em 2003, ela regravou um dueto com Luther Vandross, The Closer I Get To You. A música foi incluída no primeiro disco solo de Beyoncé, e no de Luther Vandross, Dance With My Father. Os dois ganharam, por essa música, o Grammy de Melhor Performance de R&B Por um Grupo ou Dupla em 2004.

Ainda em 2003, Knowles lançou seu primeiro álbum solo, Dangerously in Love. O primeiro single, Crazy In Love, rapidamente se tornou um dos maiores hits daquele verão, ficando em primeiro lugar no Hot 100 da Billboard durante 8 semanas consecutivas. Os outros singles do álbum, Baby Boy, Me Myself and I e Naughty Girl, repetiram o sucesso do primeiro.
Beyoncé em Barcelona, 2007.

Em dezembro de 2005, Beyoncé lançou o single Check on It, com a participação de Slim Thug e Bun B. A música estava no álbum #1's das Destiny's Child e na trilha sonora do filme A Pantera Cor-De-Rosa.

Nos Grammy Awards de 2006, Beyoncé ganhou um Grammy na categoria Melhor Peformance R&B Por Dupla Ou Grupo pela música So Amazing, um dueto com Stevie Wonder para o álbum So Amazing: An All-Star Tribute to Luther Vandross.

Em 2006 Beyoncé lança seu segundo álbum intitulado B'Day no dia 4 de Setembro de 2006, dia em que completou 25 anos, mostrando um álbum totalmente diferente. Dele foram retirados os singles Déjà Vu novamente com a participação de Jay-Z, que se tornou um enorme sucesso, Ring the Alarm que não emplacou, e Irreplaceable seu maior sucesso até hoje.

Vendo que o CD não correspondia as expectativas de Beyoncé quanto as vendas, ela relançou o cd em 2007 intitulado B'Day Deluxe Edition na qual foram retirados três singles: Beautiful Liar (com Shakira), Get Me Bodied e Green Light (só para a Europa).

Infelizmente houve um problema com o relançamento do cd. Beyoncé foi acusada de plágio pela cantora Des'Ree pela música Still In Love (Kissing You). Ela entrou com um processo e o B'Day Deluxe Edition teve que ser retirado das lojas e remasterizado sem a canção, o que causou o maior prejuízo para Beyoncé e para a gravadora, mesmo assim o B'Day vendeu mais de 6 milhões de cópias no mundo inteiro e faturou um Grammy Award por Melhor álbum de R&B contemporâneo

Seu terceiro álbum solo, I Am ... Sasha Fierce, foi lançado no dia 18 de novembro de 2008.

Durante esse longo período, Beyoncé acumulou 184 capas de revistas, 154 prêmios ganhos em todo o mundo, mais de 160 certificações de ouro e platina, 23 singles em #1 no mundo, 9 #1's na parada mundial mais importante do mundo — BillboardHot100 (4 com DC e 5 solo), sendo a cantora com mais canções em #1 nos anos 2000. Já vendeu mais de 130 milhões de álbuns, dvd's e singles (35 milhões em carreira solo e 95 milhões com as Destiny's Child), é a cantora mais rica com menos de 30 anos: lançou sua própria grife e seu próprio perfume pela grife de Tommy Hilfiger, ganhou uma estrela na calçada da fama com seu antigo grupo, tem uma fortuna estimada em US$349 milhões. Foi a mulher que mais faturou em 2008; sua fortuna somada à de seu marido chega a quase US$1 bilhão.


Filmografia

* Em 2001, Knowles fez sua primeira atuação no cinema, estrelando, ao lado do ator Mekhi Phifer, o filme Carmen: A Hip Hopera, para a MTV. Knowles gravou várias canções para o filme com Mekhi Phifer incluindo Cards Never Lie com a participação do Rapper Wyclef Jean e Rah Digga.
* No verão de 2002, Knowles co-estrelou o filme Austin Powers e o Membro de Ouro, fazendo o papel de Foxxy Cleópatra e contracenando com Mike Myers e Michael Caine. Knowles gravou Work It Out que lançou como single e Hey Goldmember com a participação de sua irmã Solange Knowles e de Devin.
* Em 2003, Knowles estrelou ao lado de Cuba Gooding Jr. o filme Resistindo às Tentações e gravou várias músicas para a trilha sonora deste filme, como: Fighting Temptation, com a participação especial de Missy Elliot, MC Lyte e Free e Fever, uma regravação de Madonna.
* Knowles também atuou no filme A Pantera Cor de Rosa (2006), fazendo o papel de Xânia, uma cantora pop internacional, ao lado de Steve Martin, que interpretou o atrapalhado Inspetor Clouseau. Knowles gravou a canção Check On It com a participação de Slim Thug e Bum B e o interessante é que ela interpreta a canção Woman Like Me em que não está na trilha sonora do filme.
* Seu maior sucesso foi "DreamGirls" (2006) onde atuou como Deena Jones (cantora fictícia inspirada em Diana Ross) no qual contracenou ao lado de grandes astros, incluindo Eddie Murphy, Knowles gravou várias canções para o filme, incluindo Listen que lançou como single e uma regravação de When I First You, um dueto com Jamie Foxx.
* Knowles fez também os filmes Cadillac Records onde interpreta Etta James e Obsessed, onde interpreta Sharon Charles a esposa de um executivo que tem sua vida perseguida por uma estagiária. Nos Estados Unidos Cadillac Records estreou no dia 5 de Dezembro de 2008 e Obsessed no dia 24 de abril de 2009. Knowles gravou várias músicas para Cadillac Records incluindo At Last o maior sucesso de Etta James. O filme Obsessed inclui também a música Smash into You de seu álbum I Am Sasha Fierce.

Ano Título Personagem Informações adicionais
2009 Obsessed Sharon Charles Foi lançado em 24 de Abril de 2009 nos Estados Unidos.
2008 Cadillac Records Etta James Foi lançado em 5 de dezembro de 2008 nos Estados Unidos.[1]
2006 Dreamgirls Deena Jones Foi lançado em 25 de dezembro de 2006 nos Estados Unidos e lucrou US$154,566,866 ganhando dois Oscars [2]
2006 A Pantera Cor-de-Rosa Xania O filme estreou em primeiro lugar nas bilheterias dos Estados Unidos; já lucrou US$158,399,967 no mundo todo [3]
2004 Fade to Black Ela mesma Documentário musical sobre Jay-Z
2003 Resistindo às Tentações Lilly Estreou em terceiro lugar nos Estados Unidos; já lucrou US$32,445,215 no mundo todo [4]
2002 Austin Powers e o Membro de Ouro Foxxy Cleópatra Estreou em primeiro lugar nos Estados Unidos; já lucrou US$296,633,907 no mundo todo [5]
2001 Carmen: A Hip Hopera Carmen Brown Filme feito para a televisão

[editar] Desempenho em paradas musicais

Compactos número #1 na Billboard Hot 100

* Crazy in Love
* Baby Boy
* Check on It
* Irreplaceable
* Single Ladies